APOÉTICA NA BÍBLIA – 10
Com essa matéria encerramos a série, escreveremos pois sobre a o PARALELISMO ANTITÉTICO, no qual o pensamento se esclarece por meio de contrastes, como em Mateus 8:20,
“As raposas temseus covis
E as aves do céu, ninhos;
Mas o Filho do Homem
não tem onde reclinar a cabeça.”
Por fim o PARALELISMO COMPARATIVO, em que o pensamento se esclarece pela comparação com objetos familiares, como no Sl. 41:1,
“assim como a cervo suspira pelas fontes das águas,
Assima minha alma suspira por ti, ó meu Deus.”
Cordelizemos então Gn.49: 22 a 26 que fala de José, um dos últimos filho de Jacó.
José ramo frutífero
sobre o muro correm
seus ramos, junto à fonte
donde suas forças decorrem.
Um filho tão querido
ser assim tão perseguido
típico dos que não morrem.
Com bênçãos dos quatro cantos
ele está fortalecido.
Com o Todo-Poderoso
não há guerreiro vencido.
Dos irmãos separado
peloPai preparado
poder estabelecido.
A poesia divide-se em épica, dramática, lírica e dramática.
A épica e a dramática não se encontram na Bíblia; todavia o livro de Jó apresenta uma forma semi dramática, porque nele se encontra a ação como base do drama, tanto no prólogo como no epílogo, e a alternação de diálogos em todo ele. Os poemas líricos são os mais numerosos, como por exemplo o cântico de Moisés, pela passagem do Mar Vermelho, o cântico de Débora; os salmos penitenciais, suplicando misericórdia e exprimindo o gozonas misericórdias do Senhor, Salmos 32 e 51, entre tantos outros momentos.
E agora finalizo essa série de artigos cordelizando Gn. 49: 27, com Benjamim, último filho de Jacó.
Substituto de José
no coração de Jacó,
Benjamim o caçula
não obstante ser menor,
era valente lutador
leão arrebatador,
último sendo melhor.
Acabou agora essa série sobre a poesia semítica, foram 10 artigos, mas continuarei escrevendo sobre poesia.
Acesse sempre!
Nelson Lima
“As raposas temseus covis
E as aves do céu, ninhos;
Mas o Filho do Homem
não tem onde reclinar a cabeça.”
Por fim o PARALELISMO COMPARATIVO, em que o pensamento se esclarece pela comparação com objetos familiares, como no Sl. 41:1,
“assim como a cervo suspira pelas fontes das águas,
Assima minha alma suspira por ti, ó meu Deus.”
Cordelizemos então Gn.49: 22 a 26 que fala de José, um dos últimos filho de Jacó.
José ramo frutífero
sobre o muro correm
seus ramos, junto à fonte
donde suas forças decorrem.
Um filho tão querido
ser assim tão perseguido
típico dos que não morrem.
Com bênçãos dos quatro cantos
ele está fortalecido.
Com o Todo-Poderoso
não há guerreiro vencido.
Dos irmãos separado
peloPai preparado
poder estabelecido.
A poesia divide-se em épica, dramática, lírica e dramática.
A épica e a dramática não se encontram na Bíblia; todavia o livro de Jó apresenta uma forma semi dramática, porque nele se encontra a ação como base do drama, tanto no prólogo como no epílogo, e a alternação de diálogos em todo ele. Os poemas líricos são os mais numerosos, como por exemplo o cântico de Moisés, pela passagem do Mar Vermelho, o cântico de Débora; os salmos penitenciais, suplicando misericórdia e exprimindo o gozonas misericórdias do Senhor, Salmos 32 e 51, entre tantos outros momentos.
E agora finalizo essa série de artigos cordelizando Gn. 49: 27, com Benjamim, último filho de Jacó.
Substituto de José
no coração de Jacó,
Benjamim o caçula
não obstante ser menor,
era valente lutador
leão arrebatador,
último sendo melhor.
Acabou agora essa série sobre a poesia semítica, foram 10 artigos, mas continuarei escrevendo sobre poesia.
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Nelson Lima



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