sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Russos constroem “Arca de Noé” para resistir ao Apocalipse

Russos constroem “Arca de Noé” para resistir ao ApocalipseA Universidade Estatal de Moscou (MSU), na Rússia, recebeu cerca de 161 milhões de euros para criar o primeiro acervo mundial reunindo material genético de todas as espécies conhecidas, vivas e extintas.
Chamado de “Arca de Noé”, o projeto terá uma área de 430.000 metros quadrados. Deve ficar pronto em 2018 e será algo único no mundo. O reitor da MSU, Viktor Sadivnichy, explicou que “[O projeto] vai envolver a criação de um depósito (um banco de dados) que armazenará o DNA de todas as criaturas vivas da Terra. Não apenas as que ainda existem, mas as que estão em vias de extinção e as que já desapareceram”.
“[A arca] permite que congelemos e armazenemos criogenicamente vários materiais celulares, que poderão eventualmente ser reproduzidos e todos sistemas de informação sobre eles”, esclareceu.
Isso indica que os russos teriam condições de hipoteticamente clonar qualquer animal ou planta no futuro. Quando estiver pronta, a “Arca” ultrapassará o “zoológico congelado”, projeto do Zoo de San Diego (EUA) e o Projeto Frozen Ark, no Reino Unido. Atualmente, o Museu Nacional de História Natural dos EUA é o maior depósito de material biológico do planeta, com mais de 4,2 milhões de amostras genéticas.
Os russos pretendem tomar esse posto, mas esclarecem que desejam coordenar esforços para unir todas essas bases de dados para que, na eventualidade de uma catástrofe global, a vida na Terra seja recriada. Ou seja, seria um seguro contra o “fim do mundo”. 

Clip do dia - Brasas no Altar "FESTA DIFERENTE".


Convertida após internação na UTI, modelo Andressa Urach diz que quer ser pastora

Convertida após internação na UTI, modelo Andressa Urach diz que quer ser pastora
A modelo e apresentadora Andressa Urach, 27 anos, recentemente passou 30 dias internada em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para tratar uma séria infecção causada pela aplicação de hidrogel nas pernas. Nesse período, alega ter tido experiências sobrenaturais e afirma que isso mudou sua vida.

A obsessão da modelo por alcançar as medidas que ela considerava ideais para seu corpo custou caro, e agora, a ex-vice Miss Bumbum diz ter enxergado o excesso cometido.
Em declarações à RedeTV! – onde apresenta o programa Muito Show – e ao site Ego, Andressa afirmou que esteve muito perto de perder a vida, e disse ter sido assombrada por vultos negros que a oprimiam, a quem ela se referiu como espíritos de morte. Nessa fase da internação, a modelo chegou a pesar 150 quilos devido ao inchaço causado pela paralisação dos rins.
“No hospital vi espíritos da morte querendo levar a minha alma. Eram a alma da morte. Eles me rondavam porque queriam a minha alma de qualquer jeito. Isso tudo porque eu não agradeci a Deus. Foi a fé da minha mãe, que foi um elo com Deus, que fez com que as almas fossem embora. Eu estava perturbada. Eram almas feito nuvens escuras. Me davam um sentimento de medo e faziam barulhos assustadores como espíritos sofredores. Pareciam vultos escuros como se fossem fumaças. O vulto mais forte deles era um bem escuro que passava dentro do meu corpo. Pedi para suspenderem a morfina porque eles achavam que era ela que me fazia delirar. Mas eu acredito nessa coisa de espírito e achava que a substância me deixava entre esses dois mundos. Minha mãe chamou pastores que rezaram por mim. Os médicos retiraram a morfina e as visões pararam”, afirmou.
Conhecida por seu corpo quase escultural, Andressa contou que a partir desse ponto teve uma experiência muito próxima com Deus, o que a levou a ter convicção de que Ele está vivo. Assim, a modelo passou a ouvir a Bíblia, reconheceu a importância da fé e se arrependeu do estilo de vida que levava.
Agora, frequentando a Igreja Universal, Andressa diz que no futuro quer divulgar seu testemunho e a mensagem do Evangelho: “Quero aprender mais e evangelizar. No futuro, quero ser uma pastora”, afirmou.
No entanto, até que o futuro chegue, Andressa admite que continuará fazendo seu trabalho, que inclui a exibição do corpo: “Se o diretor [do programa] quiser que eu fique pelada, só pintada e vá para o estádio Morumbi, eu vou, porque é meu trabalho, meu sustento. Não vou estar me prostituindo, vou estar sustentando minha família de forma honrada. Não vou deixar de posar de lingerie, se tiver cachê, porque essa é minha forma de ganhar dinheiro”, finalizou.
gospelmais

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

“A entrevista"


Sabe aqueles filmes que geram polêmica mais por fatores externos do que pelo conteúdo em si? Pois esse é exatamente o caso de “A Entrevista” (“The Interview”). Não tenho dúvida de que só lembraremos desse filme no futuro por conta da reação do líder Norte-Coreano Kim Jung-un e a subsequente invasão de hackers aos computadores da Sony.

A Coreia do Norte chegou mesmo a dizer que se os EUA permitissem a exibição do filme, isso seria considerado um “ato de Guerra”! O doidivanas do Kim Jung-un deve estar tão acostumado a mandar e desmandar no sofrido povo Norte-Coreano e a escolher arbitrariamente o que eles podem ver e ouvir, que não se ligou ao fato de que o presidente dos EUA não tem poderes para impedir a exibição de qualquer filme, peça de teatro, ou show musical. Jung-un está tão acostumado a ditar as regras que pensa que Obama pode fazer o mesmo com o povo Americano. 

Se já não bastasse a reação desmedida do líder Norte-Coreano, até mesmo o presidente dos EUA Barack Obama, entrou no imbróglio, chegando mesmo a dar um puxão de orelhas na Sony por ter cancelado o lançamento do filme no final do ano passado. O cancelamento por sinal, foi o que gerou maior repercussão no mundo todo. Muitas teorias da conspiração surgiram e teve quem afirmasse que tudo não passava de uma estratégia de publicidade. Verdade ou não, a situação toda acabou por divulgar o filme ainda mais. Muitos, como eu, por exemplo, ficaram curiosos para saber se toda a reação causada pelo filme tinha algum sentido. Outros viram o ataque cibernético e as ameaças do ditador Norte-Coreano como uma motivação a mais para assistir ao filme. 

Só mesmo essa situação toda para justificar uma tentativa de assistir “A Entrevista”. O filme é ruim demais. Eu já não gostava do ator James Franco, mas aqui ele está absolutamente insuportável. Nem o simpático Seth Rogen se salva. O filme é um conjunto de piadas grosseiras e sem graça, com palavrões e situações chulas espalhadas por suas quase duas horas. Não há defesa para o mau gosto de “A Entrevista”. Mas, isso nem vem ao caso. 

O atentado terrorista ocorrido na França contra o jornal Charlie Hebdo pouco tempo depois terminou sendo mais um componente mórbido e surreal a essa situação toda, trazendo à tona a velha discussão sobre os limites do humor. As charges do Charlie Hebdo são também grosseiras e desrespeitosas. Não me sinto na menor obrigação de defender nem o jornal nem o filme. O que defendo é o direito das pessoas de expressarem suas ideias sem correrem o risco de serem assassinadas com tiros de fuzil automático ou terem sua privacidade invadida por hackers profissionais. Isso afeta a todos nós de uma forma ou de outra. 

O conceito de Liberdade abrange também o mau gosto, a grosseria e até mesmo a ofensa. Se houver abuso, que venham processos e multas, mas calar a voz de quem quer que seja é sempre algo preocupante e uma ameaça à democracia. 

E no final das contas, Kim Jung-un mostrou certa burrice ao dar importância a um filme tão besta e sem valor. Se tivesse levado na esportiva, certamente teria lucrado mais e conquistado alguma simpatia mundo à fora. 

Um abraço,

Leon Neto

folhagospel

Unicef: Brasil deve ter mais de 42 mil jovens mortos até 2019


 acordo com a pesquisa, 36,5% das mortes de adolescentes são causadas por homicídios, enquanto na população em geral o percentual é 4,8%.

Cerca de três em cada mil adolescentes que tinham 12 anos em 2012 correm o risco de serem assassinados antes de completar 19 anos. 

Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (28) pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o Laboratório de Favelas e o Laboratório de Análises de Violência da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

As informações se referem a cidades com ao menos 100 mil habitantes e apontam para mais de 42 mil homicídios de adolescentes de 12 a 18 anos entre 2013 e 2019. A pesquisa analisou dados de 2012 para compor o Índice de Homicídios na Adolescência (IHA), que estimou 3,32 mortes para cada mil habitantes nessa faixa etária. O indicador cresceu 17% em relação a 2011 e foi o maior registrado desde 2005.

Entre 2005 e 2007, a taxa caiu de 2,75 para 2,56, voltando a subir no ano seguinte. Em 2009, o indicador chegou perto de 3, com 2,98 óbitos para mil adolescentes nessa faixa etária, mas voltou a cair em 2011, para 2,84. Em 2012, pela primeira vez, a taxa superou os três pontos.

Ao comparar regiões do país, o índice aponta uma situação quase três vezes pior no Nordeste que no Sudeste – regiões que ocupam as duas pontas da taxa de homicídios. Enquanto o Nordeste tem a maior taxa – de 5,97 para cada mil, o Sudeste tem a menor – 2,25 para cada mil.

De acordo com a pesquisa, 36,5% das mortes de adolescentes são causadas por homicídios, enquanto na população em geral o percentual é 4,8%.

Para mudar essa realidade, a Secretaria de Direitos Humanos anunciou a criação de um Grupo de Trabalho Interministral que vai elaborar um Plano Nacional de Enfrentamento à Violência Letal de Crianças e Adolescentes. O plano vai se inserir nas propostas do governo federal para assumir a responsabilidade pela segurança pública ao lado dos estados e municípios.

Fonte: NE10

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