domingo, 26 de outubro de 2014

Samuel Couto - SEJA FORTE DURANTE OS PERÍODOS DE LUTA

II Co 4:16-18

Qual é o problema que não gera desgaste, desânimo? 

“embora exteriormente estejamos a desgastar-nos, interiormente estamos sendo renovados dia após dia… é de glória em glória, é glória hoje, glória amanhã.... é de glória em glória !! ”. 

Isso é para encher o coração de fé. A glória de Deus está sobre sua vida agora, hoje !! 

Os problemas são reais, são visíveis. Porém, os nossos olhos espirituais podem mirar naquilo que não se vê hoje, mas que logo será realidade: 

A vitória em Cristo Jesus. No vs 17 está escrito que “… os nossos sofrimentos leves e momentâneos estão produzindo para nós uma glória eterna que pesa mais do que todos eles”. 

Isso significa que a glória do agir de Deus tem peso maior do que nossas lutas. 

Deus é maior na tua vida, Deus é maior em nossas vidas !!

Aleluia !! A glória Dele na tua vida é muito maior que tuas lutas !!


Taís Machado - A vida como processo

A gente nasce, cresce, estuda (ao menos teoricamente é um direito de todos), busca ao pra fazer, alguns até consideram em uma profissão e carreira.
A necessidade de remuneração nos leva a decisões. Alguns podem escolher, outros precisam pegar o que aparecer. A desigualdade de oportunidades é uma grave e triste realidade em nosso país.
Em algum momento questionamentos nos povoam. Frustrações nos acompanham, porém, se alternam com progressos e alegrias. Estamos satisfeitos?
Empregadores tem percebido cada vez mais que tal satisfação ou a falta dela traz consequência para a dinâmica e rendimento de seu empregado – termo em desuso, atualmente opta-se por algo como colaborador. E aí, muitas teorias e propostas lhe são oferecidas. Num mundo onde tudo é negócio e a busca por vantagens é imperativa, um espaço para se conversar a respeito se mostra uma oferta interessante.
O processo de coaching auxilia nos questionamentos. Um profissional contratado para auxiliar nas considerações sobre a vida, a carreira, seu papel na organização ou a falta dela, alguns rumos e perspectivas, perfil das empresas e perfil pessoal. Uma tentativa de desfrutar de uma pausa ativa. Aproveitar tal espaço para rever sonhos, metas, desejos e propósitos, escolhas e obstáculos, dificuldades no percurso. Afinal, há engajamento no quê? Que tipo?
Infelizmente, em algumas empresas o processo de coaching é visto como uma forma de “consertar” pessoas inadequadas, que não respondem bem aos desafios propostos e cuja performance é aquém do esperado. Seria quase uma última chance ao sujeito. No desespero cutuca-se com uma ferramenta que pode ser poderosa. Vê-se como uma espécie de máquina, outro o indivíduo entra de uma forma e sai de outra.
Claro que resultados são esperados, mas, o princípio parece ser equivocado. O ser humano tende a se iludir com poções mágicas. Você vai lá, bebe aquele encontro, e dali em diante tudo será diferente.
A vida como processo não é fácil. Há uma pressa que pressiona, mas há um ritmo de transformação que não responde ao imediato. O Simplismo é uma cilada.
Há técnicas que auxiliam e “turbinam” reações positivas? Pode-se até bem aproveitar boas ferramentas, entretanto, quanto mais consistente for o processo, mais duradouro e satisfatório pode se revelar.
Conversar claramente sobre expectativas e o caminho do desenvolvimento pode ser um compromisso que desemboca em qualidade e realização.
ultimato

sábado, 25 de outubro de 2014

Shia Labeouf se converte nas filmagens de “Corações de Ferro”

Em 2012, o ator Stephen Baldwin disse no popular programa da TV americana, “Good Morning America”, que sua convicção religiosa e defesa contínua da fé cristã custou sua carreira artística. Ganhador de um prêmio Emmy, Stephen contou que se converteu a Cristo após os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001.
Mais recentemente, quando o ator Angus T. Jones, o Jake da série “Two and a Half Men”, afirmou ter se convertido e passou a frequentar a Igreja Adventista, passou a criticar o programa que estrelava e pediu para que as pessoas deixassem de assisti-lo. Assim como acontece toda vez que uma celebridade afirma ter encontrado Deus, Jones foi alvo de piadas e acabou inclusive perdendo seu emprego na TV.
Agora, o ator Shia LaBeouf, famoso pela franquia Transformers, está chamando atenção por afirmar que se tornou cristão enquanto trabalhava em seu filme mais recente, “Fury” [Corações de Ferro, no Brasil]. O longa, que deverá estrear por aqui só em 2015, está em primeiro lugar nas bilheterias.
Na entrevista concedida à revista americana Interview, Shia declarou que sua vida foi cheia de bebida, drogas e depressão, mas agora é um “homem salvo e mudado”. Filha de mãe judia, sua conversão aconteceu durante as filmagens de Corações de Ferro, onde interpreta o soldado Boyd Swan, que tem o apelido de ‘Bible’ por causa de sua fé.
Estrelado por Brad Pitt, Corações de Ferro não é um filme cristão. Ambientado durante a Segunda Guerra, conta a história de soldados americanos infiltrados na Alemanha nazista.
Mesmo assim, Shia, 28 anos, afirma: “Eu encontrei Deus gravando esse filme… Eu me tornei um cristão, de um jeito verdadeiro. Poderia apenas ter repetido as orações que estavam nas páginas [do roteiro]. Mas foi algo real, que me salvou de verdade… É uma mudança total de coração, entreguei o controle [para Deus]…”
Citou ainda que foi influenciado pelas conversas que teve com Brad Pitt, a quem chama de “um homem muito religioso” e o roteirista e diretor David Ayers, que é evangélico praticante.
Por causa do sucesso do ator em seus filmes recentes, a mídia cristã celebrou as declarações de Shia, mas questionou que tipo de mensagem o ator conseguirá passar, já que não explicou que mudanças práticas a conversão teve em sua vida. 
Com informações de The Blaze.

Ressurgimento de rio em Israel pode ser cumprimento de profecia

O site Revelation Daily [Revelação diária] destacou esta semana o que pode ser o cumprimento de profecias do livro de Isaías. O vídeo original foi postado no Youtube, alguns meses atrás. Agora, com mais de 750 mil visualizações, a filmagem do rio Zin “ressuscitando” em plano deserto do Neguev (que significa literalmente ‘árido’) ainda gera comentários de surpresos.
O site aponta que este ano tem sido importante para os estudiosos de profecias, por causa da ocorrência das “luas de sangue” e de descobertas arqueológicas, em especial os avanços na reconstrução do templo de Salomão.
Essa profecia tem cerca de 2.500 anos e o renascimento de um rio dos tempos bíblicos que não se ouvia mais falar foi celebrada por estudiosos do assunto. Citado em Números 13:21, a região de Zin marcava a fronteira do território de Israel. Este é o local onde os 12 espias foram enviados por Moisés para espiar a Terra de Canaã.
Alguns especialistas acreditam que o rio tem relação com a promessa de Isaías 35:1, 6-7: “O deserto e o lugar solitário se alegrarão disto… porque águas arrebentarão no deserto e ribeiro no ermo. E a terra seca se tornará em lagos, e a terra sedenta em mananciais de águas…” Lembram também Isaías 41: 18,20, que diz: “Abrirei rios nas colinas estéreis, e fontes nos vales. Transformarei o deserto num lago, e o chão ressequido em mananciais… para que o povo veja e saiba, e todos vejam e saibam, que a mão do Senhor fez isso, que o Santo de Israel o criou.”
mapa do rio Ressurgimento de rio em Israel pode ser cumprimento de profecia
Sua nascente fica na região sul de Israel, perto da cratera de Ramon (85 km de Berseba) e desagua no Mar Morto. Ele corre ao longo de uma makhtesh (“cratera”), formação geológica típica da região. Há anos estava seco, mas as fortes chuvas que caíram em 2014 nas montanhas o trouxeram de volta à vida. Os estudiosos afirmam que isso é anormal na região, que vive secas prolongadas.
O vídeo amador que o rio brotando no deserto do Negueve, conta com mais de 730 mil acessos desde que foi publicado no YouTube. Com informação de Daily Mail e Yahoo
Assista:
gospelprime

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

ESTREIA NACIONAL "O APOCALIPSE" veja em Caruaru

O Apocalipse LEG

SÃO PAULO (Reuters) - Inspirado na série de livros “Left Behind”, com nada menos que 12 best-sellers escritos por Tim LaHaye e Jerry B. Jenkins, “O Apocalipse” (em uma tradução de título um tanto equivocada) vai ao centro de uma das mais polêmicas crenças evangélicas, protestantes e cristãs: o arrebatamento, quando os verdadeiros crentes são elevados ao céu. Fica-se então com o conflito, no livro e filme, daqueles que foram “deixados para trás”.
Nos vários textos bíblicos que dão base a essa crença (Apocalipse, Mateus, Tessalonicenses etc.), para aqueles que seguem a Bíblia como fonte de revelação suprema, a história retratada é conflitante. Principalmente no que se refere às crianças, colocadas aqui como inocentes que são diretamente arrebatadas, enquanto nas escrituras apenas as de famílias fiéis são elevadas.
A escolha dos autores tornou o produto mais popular (quem quer ver bebês sofrendo?), para além da literatura digestiva, mas repleta de suspense. No filme, o pop ficou por conta da escolha de Nicolas Cage, como um dos protagonistas, ao lado do ator Chad Michael Murray (que fez sucesso em séries de TV como “One Three Hill”).
Mas a nova produção, contrariamente à franquia realizada a partir da mesma fonte em 2000, apenas se inspira no livro. Desta vez, vemos as agruras da família Steele, quando a filha Chloe (Cassi Thomson) vai passar uns dias com seus pais.
No aeroporto, onde o pai, Rayford (Cage), trabalha como piloto, conhece o jovem jornalista investigativo Buck Williams (Murray), com quem inicia um comportado flerte. O rapaz tem um voo marcado para Londres, coincidentemente pilotado por Rayford.



Quando vai para casa, Chloe encontra a mãe Irene (Lea Thompson), que segue de forma mais fundamentalista os textos bíblicos. Como se trata de uma obra de cunho religioso, a moça é refratária às crenças (demonstrando uma intolerância crônica) e, assim, quando o arrebatamento chega, percebe não apenas que a mãe estava certa, como também o erro em suas escolhas de vida.
Enquanto isso, o pai, que está em pleno voo transatlântico, deve lidar com passageiros enfurecidos pelo sumiço de alguns amigos e familiares, em especial das crianças. E pior: precisa desviar de outros aviões que vagam, no automático, pelo céu, já que seus pilotos também foram arrebatados.
Com baixo orçamento, algo em torno de 16 milhões de dólares, a crise que se instaura na Terra, que remete ao caos apocalíptico, mostra-se muito mal-ajambrada, com cenas que lembram as realizadas em estúdios de atrações de parques temáticos. Porém, o que mais chama a atenção negativamente são os diálogos, feitos para o filme (muito longe do que se mostra nos livros), pouco críveis nas performances de seus limitados atores.

Da enigmática série de TV “The Leftovers” (de HBO, baseada no livro de Tom Perrotta), ao estapafúrdio “É o Fim” (com Seth Rogen e James Franco), as recentes produções sobre o arrebatamento parecem todas superiores na forma e conteúdo. Algo bastante frustrante, seja para quem segue as escrituras, seja para os fãs dos 12 volumes de “Left Behind”.
(Por Rodrigo Zavala, do Cineweb)
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