sábado, 29 de abril de 2017

Carta Aberta dos Pastores da Betesda por Ricardo Gondim

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O Brasil atravessa um período particularmente difícil. Testemunhamos a deterioração do quadro político, com graves denúncias de corrupção. 

Nitidamente observamos a falência da segurança pública e a do Estado em prover os direitos dos cidadãos com educação, moradia, saúde e mobilidade.

Diante do momento frágil em que nos encontramos, nós, pastores e líderes da Betesda, sentimos o dever de nos posicionar:


1. Entendemos que é vocação da igreja tomar o lado do que é justo e direito. Sempre, diante de qualquer opressão, devemos ouvir o clamor do povo. (Êxodo 3.7). 
Sempre que o salário for reduzido a níveis de miséria Deus convoca o seu povo a clamar em 
seu nome para que o direito volte a valer (Tiago 5). 
Sempre que acontece desprezo pelos mais vulneráveis em nome do lucro, existe pecado (Judas 11).
Se a igreja não dispor de resposta nenhuma sobre a sorte de milhões, ela não deve estranhar se a sua geração tratá-la como alienada, omissa ou conformada. 
Uma comunidade cristã tem como imperativo cuidar dos órfãos e das viúvas em suas carências- metáfora do empobrecido (Tiago 1.27).

2. Entendemos que o atual governo atropela direitos trabalhistas constitucionais por interesses questionáveis. 

Estamos solidários com movimentos sociais, associações, Igrejas Católica, Presbiteriana, Episcopal Anglicana, Luterana, Metodista, escolas, tribunais de justiça e outros setores da sociedade a favor de greve e de todas as outras formas legais que objetivam pressionar os políticos a não incorrerem no pecado que Amós denunciou: “Vocês oprimem o justo, recebem suborno e impedem que se faça justiça ao pobre”. 
Os salários pagos no Brasil já eram aviltantes, agora fragilizam ainda mais as relações de trabalho. 
Isso significa destruir a capacidade de negociação entre patrões e empregados. Miqueias pergunta: “Poderia alguém ser 
justo com balanças desonestas e pesos falsos”?

3. Entendemos que a igreja não pode contentar-se em anunciar somente temas sobre o sobrenatural. Ela se encontra historicamente inserida como corpo vivo em um contexto político, social e econômico. 

Sua ação extrapola, portanto, a denúncia de pecados individuais. 
Ao Corpo de Cristo compete responder às demandas da justiça, da solidariedade e da compaixão sociais. Caso a Igreja se omita, ela pode incorrer no grave pecado do indiferentismo. 
Em época de extrema gravidade, omissão e apatia negam compromisso com o reino de Deus.


Precisamos esclarecer que:
1. Não militamos por nenhum partido político. A igreja, por ser comunidade com inúmeros membros, NÃO tem filiação partidária. NÃO subscreve a agendas político-partidárias. NÃO coliga com candidatos. NÃO defende bandeira ideológica de esquerda ou de direita. 

Militamos a partir da nossa identidade com a mensagem dos Evangelhos quando inclui o proscrito, traz esperança para o discriminado, verdade para o iludido e salvação para o perdido.

2. Não enquadramos nossa fé em nenhuma teologia específica. Embora encontremos pontos de contato, NÃO repetimos acriticamente os postulados da Teologia da Libertação, Teologia da Missão Integral, Teologia Liberal, Teísmo Aberto, Teologia 

Evangélica ou qualquer outro sistema doutrinário. 
Procuramos, no diálogo, uma espiritualidade que transcende a rigidez de qualquer dogmatismo. 
Só nos interessamos em crescer na verdade e essa determinação rejeita espaço para sectarismo, partidarismo e fundamentalismo.

3. Os pastores da Betesda têm liberdade, como indivíduos e cidadãos, de expressarem pontos de vista e convicções através de redes sociais, sites, jornais, revistas ou quaisquer meios que acharem conveniente. Independente do meio, nos comprometemos a respeitar quem pensa e acredita diferente de nós. 

Seremos gentis, cordiais e tolerantes com todos. Jamais admitiremos discussão e bate-boca em clima de deboche e descaso.


Ricardo Gondim
27/04/2017

Dois pastores são detidos pela polícia por operar rádio pirata

Dois pastores que operavam a rádio evangélica ‘Sintonia FM’, em Pindamonhangaba, interior de São Paulo, foram detidos em flagrante. A Polícia Civil diz que chegou aos dois homens, após uma denúncia de interferência em telecomunicação.
Durante dois meses a polícia trabalhou para identificar o ponto de transmissão e acabou chegando ao estúdio da rádio, que funcionava na frequência 105.5 FM.
Os homens, de 43 e 47 anos, não tiveram os nomes revelados. Ainda segundo as autoridades, eles mantinham, de forma ilegal, uma grade de programação que variava entre programas com pregações e transmissão de músicas gospel.
Os pastores foram encaminhados para a delegacia, onde pagaram fiança de um salário mínimo (R$ 937) cada. Eles responderão em liberdade pelo crime de atividade clandestina de telecomunicação.
A polícia explica que eles faziam o trabalho em pontos separados. Em um prédio ficava o ponto de transmissão, onde um dos pastores ficava. O outro ficava em um estúdio, que funcionava em uma casa. Nos locais, foram apreendidos computadores, antenas e outros equipamentos eletrônicos para manter a rádio no ar. 
Com informações G1

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Onde há corrupção, há corrompidos e corruptores

Com as mãos prontas para fazer o mal, o governante exige presentes, o juiz aceita suborno, os poderosos impõem o que querem; todos tramam em conjunto. (Mq 7.3)


O ser humano caiu e tornou-se corrupto, aberto para todo tipo de maldade. Ele passou a viver por conta de seus próprios desígnios e se afastou do bem querer de Deus. 

Deus sempre chamou seu povo para cuidar dos grupos mais vulneráveis da sociedade e buscar a justiça, conforme Isaías 1.17 e 59.15. O profeta Miquéias condena o abuso dos tribunais por defraudarem as pessoas tomando seus meios de vida (Miquéias 2.2), o abuso dos cargos públicos através do suborno (3.11), as riquezas adquiridas através de práticas comerciais desonestas (6.10, 11) e a conspiração das pessoas no poder para o seu próprio benefício (7.3). As palavras de Tiago contra os ricos corruptos também são duras (Tiago 5.1-6).

Uma das formas de corrupção é o suborno. Onde há corrupção, há corrompidos e corruptores. Do lado do corruptor há a desonestidade e também de abuso de poder econômico, ao usar do dinheiro para obter favor, facilitação ou vantagem ilegal. Do lado do corrompido, há também desonestidade associada à ganância, que o leva ao ganho indevido e muitas vezes ilegal.

Dados da corrupção

É muito difícil quantificar a corrupção, admitem ONG´s como Transparência Brasil e Contas Abertas. Mas podemos citar alguns dados:

• A corrupção consome entre R$ 50 bilhões e R$ 85 bilhões por ano, segundo estudo de 2010 da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo. Isso corresponde a 2,3% de toda riqueza produzida no Brasil em um ano.

• No Índice de Percepção da Corrupção (IPC) de 2013, o Brasil tem nota 42, ficando em 72º lugar dentre as nações. A nota varia entre zero (um país mais íntegro) a 100 (um país mais corrupto).

• Diariamente, 230 crianças com menos de cinco anos poderiam ser salvas se os prejuízos financeiros com a corrupção fossem disponibilizados para se alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.

• Estima-se que os países em desenvolvimento perderam cerca de 850 milhões de dólares em 2010, devido aos fluxos financeiros ilícitos (dados do Banco Mundial).

O que fazer para combater a corrupção?

Esta é a pergunta mais importante. O combate à corrupção passa por ações coletivas, desenvolvidas pela sociedade, efetuadas de modo sistêmico, contra a contaminação das práticas, dos processos, dos negócios, da aplicação da lei e da justiça. E, certamente, implica também em atitudes que, como cidadãos e cristãos, somos chamados a contribuir pessoalmente.

A Igreja precisa comprometer-se com ações de combate à corrupção

Nossa sociedade tem dado alguns passos positivos no combate a esse mal. A Lei de Acesso à Informação é importante para que haja controle social das verbas públicas e de sua destinação. Mas falta-nos ainda aprimoramento do controle social e mecanismos efetivos que punam os corruptores. [Leia o que alguns grupos cristãos têm feito no Brasil e no mundo]

Cada cristão, seguidor e seguidora de Jesus Cristo, é sal e luz na sociedade onde vive. Temos o dever de ser vigilantes e participar da vida em sociedade, fiscalizando e denunciando atos de corrupção, inclusive no espaço eclesiástico, nas denominações, nas instituições, nas empresas de comunicação e na política.

A Igreja precisa comprometer-se contra a corrupção a partir da oração

Cremos que a oração é instrumento de mudança. Mudança que vem pelo agir de Deus. Mudança que vem pelo nosso agir em compromisso com a vontade de Deus que se estabelece em nossos corações em nosso viver como povo de Deus. Oremos:

• Para que os cristãos sejam luz e sal onde quer que estejam e que sejam intolerantes com qualquer tipo de corrupção, lembrando-se que “o juízo começa pela casa de Deus” (1 Pedro 4.17).

• Para que a igreja seja profeta do Senhor contra a corrupção, mas seja a primeira a dar o exemplo em suas práticas eclesiásticas e vida cotidiana.

• Para que o povo de Deus tenha uma participação efetiva e que seja uma presença que ponha luz nos espaços onde se formulam leis e normas e onde se exerce controle social – os conselhos e as diversas formas de representação e controle social.

• Para que as igrejas gerem filhos de Deus comprometidos com um mundo mais solidário e com menos cobiça, que é fonte de corrupção.

• Para que sejamos intolerantes com a impunidade de quem quer seja.

• Por todos que sofrem as consequências da corrupção, especialmente os que são mais pobres.

• Para que a corrupção seja minorada e aplacada em todos os poderes e que os formuladores, gestores e aplicadores das leis sejam menos susceptíveis às diversas formas de corrupção.

• Que, pelo exercício da cidadania, apoiemos a criação de mecanismos que evitem - e não somente combatam - a corrupção.

• Que a igreja em geral e os cristãos em particular apoiem reformas políticas como instrumentos preventivos contra a corrupção.


Aliança Cristã Evangélica Brasileira
Brasil, 12 de abril de 2015.

Veja como votou a bancada Evangélica na Reforma Trabalhista

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A Reforma Trabalhista proposta pelo governo do presidente Michel Temer (PMDB) teve sua segunda vitória na tramitação na Câmara dos Deputados, sendo aprovada no plenário por 296 votos contra 177 na última quarta-feira. Agora, o texto será analisado pelo Senado, e a tendência é que o resultado seja o mesmo.
Diferentemente da Reforma da Previdência, a reforma das leis trabalhistas não precisava de uma quantidade mínima de votos, desde que estivessem presentes ao menos 257 deputados na Casa e a maioria simples fosse favorável ao texto.
Confira como votaram os deputados federais, com destaque em negrito para os integrantes da bancada evangélica:
DEM
Abel Mesquita Jr. (RR) Sim
Hélio Leite (PA) Sim
Pauderney Avelino (AM) Sim
Marcos Rogério (RO) Sim
Professora Dorinha Seabra Rezende (TO) Sim
Juscelino Filho (MA) Sim
Vaidon Oliveira (CE) Sim
Felipe Maia (RN) Sim
Efraim Filho (PB) Sim
Mendonça Filho (PE) Sim
Claudio Cajado (BA) Sim
Elmar Nascimento (BA) Sim
José Carlos Aleluia (BA) Sim
Paulo Azi (BA) Sim
Carlos Melles (MG) Sim
Misael Varella (MG) Sim
Norma Ayub (ES) Sim
Francisco Floriano (RJ) Sim
Marcos Soares (RJ) Sim
Sóstenes Cavalcante (RJ) Sim
Alexandre Leite (SP) Sim
Eli Corrêa Filho (SP) Sim
Jorge Tadeu Mudalen (SP) Sim
Marcelo Aguiar (SP) Sim
Missionário José Olimpio (SP) Sim
Alberto Fraga (DF) Sim
Mandetta (MS) Sim
Osmar Bertoldi (PR) Sim
Onyx Lorenzoni (RS) Sim
PCdoB
Professora Marcivania (AP) Não
Rubens Pereira Júnior (MA) Não
Chico Lopes (CE) Não
Luciana Santos (PE) Não
Alice Portugal (BA) Não
Davidson Magalhães (BA) Não
Jô Moraes (MG) Não
Jandira Feghali (RJ) Não
Orlando Silva (SP) Não
PDT
Hissa Abrahão (AM) Não
Deoclides Macedo (MA) Não
Weverton Rocha (MA) Não
André Figueiredo (CE) Não
Leônidas Cristino (CE) Não
Carlos Eduardo Cadoca (PE) Sim
Wolney Queiroz (PE) Não
Ronaldo Lessa (AL) Não
Félix Mendonça Júnior (BA) Não
Subtenente Gonzaga (MG) Não
Sergio Vidigal (ES) Não
Flávia Morais (GO) Não
Dagoberto Nogueira (MS) Não
Assis do Couto (PR) Não
Afonso Motta (RS) Não
Pompeo de Mattos (RS) Não
PEN
Junior Marreca (MA) Sim
Erivelton Santana (BA) Sim
Walney Rocha (RJ) Não
PHS
Carlos Andrade (RR) Não
Pastor Eurico (PE) Não
Givaldo Carimbão (AL) Não
Marcelo Aro (MG) Sim
Dr. Jorge Silva (ES) Não
Marcelo Matos (RJ) Sim
PMB
Weliton Prado (MG) Não
PMDB
Cabuçu Borges (AP) Sim
Elcione Barbalho (PA) Sim
José Priante (PA) Sim
Simone Morgado (PA) Não
Lucio Mosquini (RO) Sim
Marinha Raupp (RO) Sim
Flaviano Melo (AC) Sim
Jéssica Sales (AC) Sim
Josi Nunes (TO) Sim
Alberto Filho (MA) Sim
Hildo Rocha (MA) Sim
João Marcelo Souza (MA) Sim
Aníbal Gomes (CE) Sim
Moses Rodrigues (CE) Sim
Vitor Valim (CE) Não
Marcelo Castro (PI) Sim
André Amaral (PB) Sim
Hugo Motta (PB) Sim
Veneziano Vital do Rêgo (PB) Não
Jarbas Vasconcelos (PE) Sim
Kaio Maniçoba (PE) Sim
Cícero Almeida (AL) Não
Lucio Vieira Lima (BA) Sim
Fábio Ramalho (MG) Sim
Leonardo Quintão (MG) Sim
Mauro Lopes (MG) Sim
Newton Cardoso Jr (MG) Sim
Rodrigo Pacheco (MG) Sim
Saraiva Felipe (MG) Sim
Lelo Coimbra (ES) Sim
Alexandre Serfiotis (RJ) Sim
Altineu Côrtes (RJ) Sim
Celso Jacob (RJ) Sim
Celso Pansera (RJ) Não
Laura Carneiro (RJ) Sim
Pedro Paulo (RJ) Sim
Sergio Zveiter (RJ) Sim
Soraya Santos (RJ) Sim
Wilson Beserra (RJ) Sim
Zé Augusto Nalin (RJ) Não
Baleia Rossi (SP) Sim
Carlos Bezerra (MT) Sim
Valtenir Pereira (MT) Sim
Daniel Vilela (GO) Sim
Pedro Chaves (GO) Sim
Carlos Marun (MS) Sim
João Arruda (PR) Sim
Rocha Loures (PR) Sim
Sergio Souza (PR) Sim
Celso Maldaner (SC) Sim
Mauro Mariani (SC) Sim
Rogério Peninha Mendonça (SC) Sim
Ronaldo Benedet (SC) Sim
Valdir Colatto (SC) Sim
Alceu Moreira (RS) Sim
Darcísio Perondi (RS) Sim
Jones Martins (RS) Sim
José Fogaça (RS) Não
Mauro Pereira (RS) Sim
PP
Hiran Gonçalves (RR) Sim
André Abdon (AP) Sim
Beto Salame (PA) Não
Conceição Sampaio (AM) Não
Lázaro Botelho (TO) Sim
André Fufuca (MA) Sim
Waldir Maranhão (MA) Sim
Adail Carneiro (CE) Sim
Iracema Portella (PI) Sim
Maia Filho (PI) Sim
Beto Rosado (RN) Sim
Aguinaldo Ribeiro (PB) Sim
Eduardo da Fonte (PE) Não
Fernando Monteiro (PE) Sim
Arthur Lira (AL) Sim
Cacá Leão (BA) Sim
Mário Negromonte Jr. (BA) Sim
Roberto Britto (BA) Sim
Ronaldo Carletto (BA) Sim
Dimas Fabiano (MG) Não
Franklin Lima (MG) Sim
Luiz Fernando Faria (MG) Sim
Renato Andrade (MG) Não
Renzo Braz (MG) Sim
Toninho Pinheiro (MG) Sim
Marcus Vicente (ES) Sim
Julio Lopes (RJ) Sim
Simão Sessim (RJ) Sim
Fausto Pinato (SP) Sim
Paulo Maluf (SP) Sim
Ricardo Izar (SP) Sim
Ezequiel Fonseca (MT) Sim
Rôney Nemer (DF) Não
Roberto Balestra (GO) Sim
Dilceu Sperafico (PR) Sim
Nelson Meurer (PR) Sim
Esperidião Amin (SC) Não
Jorge Boeira (SC) Não
Afonso Hamm (RS) Não
Covatti Filho (RS) Sim
Jerônimo Goergen (RS) Sim
Luis Carlos Heinze (RS) Sim
Renato Molling (RS) Sim
PPS
Arnaldo Jordy (PA) Não
Eliziane Gama (MA) Não
Arthur Oliveira Maia (BA) Sim
Luzia Ferreira (MG) Sim
Alex Manente (SP) Sim
Pollyana Gama (SP) Sim
Marcos Abrão (GO) Sim
Rubens Bueno (PR) Sim
Carmen Zanotto (SC) Não
PR
Edio Lopes (RR) Sim
Remídio Monai (RR) Sim
Vinicius Gurgel (AP) Sim
Lúcio Vale (PA) Sim
Alfredo Nascimento (AM) Sim
Luiz Cláudio (RO) Sim
Vicentinho Júnior (TO) Sim
Cabo Sabino (CE) Não
Gorete Pereira (CE) Sim
Silas Freire (PI) Sim
Zenaide Maia (RN) Não
Adelson Barreto (SE) Não
João Carlos Bacelar (BA) Sim
José Carlos Araújo (BA) Sim
José Rocha (BA) Sim
Aelton Freitas (MG) Sim
Bilac Pinto (MG) Sim
Brunny (MG) Sim
Delegado Edson Moreira (MG) Sim
Marcelo Álvaro Antônio (MG) Não
Marcelo Delaroli (RJ) Sim
Paulo Feijó (RJ) Sim
Capitão Augusto (SP) Sim
Marcio Alvino (SP) Sim
Miguel Lombardi (SP) Sim
Milton Monti (SP) Sim
Tiririca (SP) Não
Laerte Bessa (DF) Sim
Delegado Waldir (GO) Não
Magda Mofatto (GO) Sim
Christiane de Souza Yared (PR) Não
Giacobo (PR) Sim
Luiz Nishimori (PR) Sim
Jorginho Mello (SC) Sim
Cajar Nardes (RS) Sim
PRB
Silas Câmara (AM) Sim
Lindomar Garçon (RO) Sim
Alan Rick (AC) Sim
César Halum (TO) Sim
Cleber Verde (MA) Sim
Ronaldo Martins (CE) Não
Jony Marcos (SE) Não
Márcio Marinho (BA) Sim
Pastor Luciano Braga (BA) Sim
Lincoln Portela (MG) Não
Dejorge Patrício (RJ) Não
Rosangela Gomes (RJ) Sim
Antonio Bulhões (SP) Sim
Beto Mansur (SP) Sim
Celso Russomanno (SP) Sim
Marcelo Squassoni (SP) Sim
Roberto Alves (SP) Sim
Vinicius Carvalho (SP) Sim
Carlos Gomes (RS) Sim
PROS
Odorico Monteiro (CE) Não
Eros Biondini (MG) Não
Felipe Bornier (RJ) Não
Ronaldo Fonseca (DF) Não
Toninho Wandscheer (PR) Sim
PRP
Nivaldo Albuquerque (AL) Sim
PSB
Maria Helena (RR) Sim
Janete Capiberibe (AP) Não
José Reinaldo (MA) Sim
Luana Costa (MA) Não
Danilo Forte (CE) Sim
Átila Lira (PI) Sim
Heráclito Fortes (PI) Sim
Rodrigo Martins (PI) Sim
Rafael Motta (RN) Não
Danilo Cabral (PE) Não
Fernando Coelho Filho (PE) Sim
Gonzaga Patriota (PE) Não
João Fernando Coutinho (PE) Sim
Marinaldo Rosendo (PE) Sim
Tadeu Alencar (PE) Não
JHC (AL) Não
Valadares Filho (SE) Não
Bebeto (BA) Não
Júlio Delgado (MG) Não
Tenente Lúcio (MG) Sim
Paulo Foletto (ES) Sim
Flavinho (SP) Não
Keiko Ota (SP) Não
Luiz Lauro Filho (SP) Sim
Fabio Garcia (MT) Sim
Tereza Cristina (MS) Sim
Leopoldo Meyer (PR) Não
Luciano Ducci (PR) Não
Heitor Schuch (RS) Não
Jose Stédile (RS) Não
PSC
Júlia Marinho (PA) Não
Andre Moura (SE) Sim
Irmão Lazaro (BA) Não
Arolde de Oliveira (RJ) Sim
Jair Bolsonaro (RJ) Sim
Eduardo Bolsonaro (SP) Sim
Gilberto Nascimento (SP) Sim
Pastor Marco Feliciano (SP) Sim
Professor Victório Galli (MT) Sim
Pastor Takayama (PR) Sim
PSD
Marcos Reategui (AP) Sim
Delegado Éder Mauro (PA) Sim
Joaquim Passarinho (PA) Sim
Átila Lins (AM) Sim
Expedito Netto (RO) Não
Irajá Abreu (TO) Sim
Victor Mendes (MA) Sim
Domingos Neto (CE) Sim
Júlio Cesar (PI) Sim
Fábio Faria (RN) Sim
Rômulo Gouveia (PB) Sim
André de Paula (PE) Sim
Fábio Mitidieri (SE) Não
Antonio Brito (BA) Não
José Nunes (BA) Não
Paulo Magalhães (BA) Sim
Jaime Martins (MG) Sim
Marcos Montes (MG) Sim
Raquel Muniz (MG) Sim
Stefano Aguiar (MG) Não
Goulart (SP) Sim
Herculano Passos (SP) Sim
Jefferson Campos (SP) Sim
Walter Ihoshi (SP) Sim
Rogério Rosso (DF) Sim
Heuler Cruvinel (GO) Sim
Thiago Peixoto (GO) Sim
Edmar Arruda (PR) Sim
Evandro Roman (PR) Sim
Reinhold Stephanes (PR) Sim
Sandro Alex (PR) Sim
João Paulo Kleinübing (SC) Sim
João Rodrigues (SC) Sim
Danrlei de Deus Hinterholz (RS) Sim
PSDB
Shéridan (RR) Sim
Nilson Pinto (PA) Sim
Arthur Virgílio Bisneto (AM) Sim
Mariana Carvalho (RO) Sim
Raimundo Gomes de Matos (CE) Sim
Rogério Marinho (RN) Sim
Pedro Cunha Lima (PB) Sim
Betinho Gomes (PE) Sim
Bruno Araújo (PE) Sim
Daniel Coelho (PE) Sim
Pedro Vilela (AL) Sim
Jutahy Junior (BA) Sim
Caio Narcio (MG) Sim
Domingos Sávio (MG) Sim
Eduardo Barbosa (MG) Sim
Marcus Pestana (MG) Sim
Paulo Abi-Ackel (MG) Sim
Rodrigo de Castro (MG) Sim
Otavio Leite (RJ) Sim
Adérmis Marini (SP) Sim
Bruna Furlan (SP) Sim
Carlos Sampaio (SP) Sim
Eduardo Cury (SP) Sim
Izaque Silva (SP) Sim
João Paulo Papa (SP) Sim
Lobbe Neto (SP) Sim
Mara Gabrilli (SP) Sim
Miguel Haddad (SP) Sim
Ricardo Tripoli (SP) Sim
Silvio Torres (SP) Sim
Vanderlei Macris (SP) Sim
Vitor Lippi (SP) Sim
Nilson Leitão (MT) Sim
Izalci Lucas (DF) Sim
Célio Silveira (GO) Sim
Fábio Sousa (GO) Sim
Giuseppe Vecci (GO) Sim
Elizeu Dionizio (MS) Sim
Geraldo Resende (MS) Sim
Luiz Carlos Hauly (PR) Sim
Nelson Padovani (PR) Sim
Geovania de Sá (SC) Não
Marco Tebaldi (SC) Sim
Yeda Crusius (RS) Sim
PSL
Dâmina Pereira MG Não
Alfredo Kaefer (PR) Sim
PSOL
Edmilson Rodrigues (PA) Não
Chico Alencar (RJ) Não
Glauber Braga (RJ) Não
Jean Wyllys (RJ) Não
Ivan Valente (SP) Não
Luiza Erundina (SP) Não
PT
Beto Faro (PA) Não
Zé Geraldo (PA) Não
Angelim (AC) Não
Leo de Brito (AC) Não
Zé Carlos (MA) Não
José Airton Cirilo (CE) Não
José Guimarães (CE) Não
Luizianne Lins (CE) Não
Assis Carvalho (PI) Não
Luiz Couto (PB) Não
Paulão (AL) Não
João Daniel (SE) Não
Afonso Florence (BA) Não
Caetano (BA) Não
Jorge Solla (BA) Não
Nelson Pellegrino (BA) Não
Robinson Almeida (BA) Não
Valmir Assunção (BA) Não
Waldenor Pereira (BA) Não
Adelmo Carneiro Leão (MG) Não
Leonardo Monteiro (MG) Não
Margarida Salomão (MG) Não
Padre João (MG) Não
Patrus Ananias (MG) Não
Reginaldo Lopes (MG) Não
Givaldo Vieira (ES) Não
Helder Salomão (ES) Não
Benedita da Silva (RJ) Não
Chico D´Angelo (RJ) Não
Luiz Sérgio (RJ) Não
Wadih Damous (RJ) Não
Ana Perugini (SP) Não
Andres Sanchez (SP) Não
Arlindo Chinaglia (SP) Não
Carlos Zarattini (SP) Não
José Mentor (SP) Não
Nilto Tatto (SP) Não
Paulo Teixeira (SP) Não
Valmir Prascidelli (SP) Não
Vicente Candido (SP) Não
Vicentinho (SP) Não
Ságuas Moraes (MT) Não
Erika Kokay (DF) Não
Rubens Otoni (GO) Não
Vander Loubet (MS) Não
Zeca do PT (MS) Não
Enio Verri (PR) Não
Décio Lima (SC) Não
Pedro Uczai (SC) Não
Bohn Gass (RS) Não
Henrique Fontana (RS) Não
Marco Maia (RS) Não
Marcon (RS) Não
Maria do Rosário (RS) Não
Paulo Pimenta (RS) Não
Pepe Vargas (RS) Não
PTB
Josué Bengtson (PA) Sim
Sabino Castelo Branco (AM) Não
Nilton Capixaba (RO) Sim
Pedro Fernandes (MA) Sim
Paes Landim (PI) Sim
Wilson Filho (PB) Sim
Adalberto Cavalcanti (PE) Sim
Jorge Côrte Real (PE) Sim
Benito Gama (BA) Sim
Cristiane Brasil (RJ) Sim
Deley (RJ) Não
Arnaldo Faria de Sá (SP) Não
Nelson Marquezelli (SP) Sim
Jovair Arantes (GO) Sim
Alex Canziani (PR) Sim
Ronaldo Nogueira (RS) Sim
Sérgio Moraes (RS) Não
PTdoB
Silvio Costa (PE) Não
Rosinha da Adefal (AL) Não
Luis Tibé (MG) Sim
Cabo Daciolo (RJ) Não
PTN
Jozi Araújo (AP) Sim
Francisco Chapadinha (PA) Sim
Carlos Henrique Gaguim (TO) Sim
Aluisio Mendes (MA) Sim
Antônio Jácome (RN) Não
Ricardo Teobaldo (PE) Sim
Bacelar (BA) Não
Ademir Camilo (MG) Não
Luiz Carlos Ramos (RJ) Não
Dr. Sinval Malheiros (SP) Não
Renata Abreu (SP) Sim
Alexandre Baldy (GO) Sim
PV
Uldurico Junior (BA) Não
Evair Vieira de Melo (ES) Sim
Antonio Carlos Mendes Thame (SP) Sim
Evandro Gussi (SP) Sim
Roberto de Lucena (SP) Não
Leandre (PR) Sim
Rede Sustentabilidade
Alessandro Molon (RJ) Não
Miro Teixeira (RJ) Não
Aliel Machado (PR) Não
João Derly (RS) Não
Solidariede
Wladimir Costa PA Sim
Benjamin Maranhão PB Sim
Augusto Coutinho (PE) Sim
Laercio Oliveira (SE) Sim
Laudivio Carvalho (MG) Não
Zé Silva (MG) Não
Carlos Manato (ES) Não
Aureo (RJ) Não
Major Olimpio (SP) Não
Paulo Pereira da Silva (SP) Não
Augusto Carvalho (DF) Não
Lucas Vergilio (GO) Sim
Delegado Francischini (PR) Não

Igrejas Evangélicas assinam manifesto contra as reformas trabalhista e da previdência


Imagem redimensionadaDepois da Igreja Católica, as Igrejas Evangélicas também assinaram um manifesto em que criticam as reformas Trabalhista e da Previdência propostas pelo governo Michel Temer e chamam a população para a greve geral do dia 28, que protesta contra a retirada dos direitos trabalhistas.


Um pronunciamento contra as reformas divulgado no final de março já havia sido assinado por 11 igrejas evangélicas, entre elas a Aliança Evangélica, a Igreja Metodista no Brasil e a Igreja Evangélica Luterana do Brasil.

O pronunciamento oficial é assinado pelos presidentes e representantes das Igrejas Evangélicas Históricas brasileiras, que criticam, entre outros pontos das reformas, a idade mínima de 65 anos para se aposentar, para homens e mulheres - o texto já recebeu alterações.

PRONUNCIAMENTO DOS PRESIDENTES E REPRESENTANTES DAS IGREJAS EVANGÉLICAS HISTÓRICAS DO BRASIL E ALIANÇA EVANGÉLICA BRASILEIRA SOBRE A REFORMA PREVIDENCIÁRIA – PEC 287/2016

Os Presidentes e representantes das Igrejas evangélicas históricas do Brasil, em virtude das propostas de mudanças no regime previdenciário brasileiro contidas na Proposta de Emenda à Constituição – PEC 287/2016, no cumprimento de seu dever profético e no exercício da fé cristã, fazem o seguinte

PRONUNCIAMENTO:

1 -O atual sistema previdenciário brasileiro cumpre fundamental papel redistributivo e realocativo de renda, sendo instrumento eficaz de combate à desigualdade social e de segurança alimentar a uma parcela significativa de brasileiros;
2 – Não obstante sua importância no combate às desigualdades sociais, o atual sistema previdenciário apresenta assimetrias e desigualdades entre diversas categorias laborais, o que requer revisão e ajustes para seu aperfeiçoamento;
3 -A exigência de idade mínima de 65 anos para aposentadoria tanto de homens quanto de mulheres e de um tempo mínimo de contribuição de 25 anos que, na prática, requer 49 anos para aposentar-se com 100% dos proventos, é injusta e não condiz com a realidade brasileira, porque:

3.1. As mulheres, sabidamente, em nossa sociedade, exercem dupla jornada laboral, trabalham cerca de 7,5 horas a mais que os homens, de acordo com levantamento do IPEA, e não se podem ignorar as diferenças de gênero;
3.2. Os trabalhadores mais pobres e sem qualificação, em vista da economia informal (falta de registro em carteira), do subemprego e do desemprego, jamais alcançarão 49 anos de contribuição para fazer jus aos proventos de aposentadoria integrais;
3.3. Não leva em consideração nossos graves desequilíbrios regionais e as diferenças de expectativa de vida entre as populações das regiões mais pobres em contraponto com as mais ricas.

4-É injusta a sistemática proposta de cálculos dos proventos e dos cálculos de pensão, havendo a possibilidade de esses valores serem inferiores ao salário mínimo;
5 -A elevação de idade para 70 anos para o Benefício de Prestação Continuada afetará as camadas mais pobres da sociedade, impedindo que os que mais precisam tenham acesso ao benefício;
6 – É preciso que haja uma investigação profunda da aplicação dos recursos arrecadados para sustentar a previdência e a seguridade social, que os números reais da previdência sejam tornados públicos e que o Governo construa mecanismos eficazes de cobrança dos altos valores devidos à Previdência Social e reduza as desonerações fiscais concedidas aos segmentos privados, em detrimento da saúde financeira do Estado.
Conclamamos os membros que se reúnem em nossas Igrejas a orar pelo bem de nossa nação e que Deus nos permita construir um país em que justiça social e cuidado com os mais necessitados sejam pauta permanente de nossas políticas públicas.


AL – Aliança Evanfélica
CBB – Convenção Batista Brasileira
CBN – Convenção Batista Nacional
IECLB – Igreja Evangélica de Confissão Luterana Brasileira
IELB – Igreja Evangélica Luterana do Brasil
IMB – Igreja Metodista no Brasil
IML – Igreja Metodista Livre
IPIB – Igreja Presbiteriana Independente do Brasil
IPB – Igreja Presbiteriana Brasileira
IPU – Igreja Presbiteriana Unida
UIEBC – União das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil

Fonte: Brasil 247, Site da Igreja Metodista e Expositor Cristão

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