quarta-feira, 27 de julho de 2016

Rev. Augustus Nicodemus e esposa sofrem grave acidente

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O impacto foi tão forte, que o Classic tombou na via e ficou com uma das laterais completamente destruída

O Rev. Augustus Nicodemus e sua esposa sofreram um grave acidente de carro na tarde desta segunda-feira, 25, durante uma viagem que faziam para a cidade de Santa Maria(RS). O pastor iria pregar no evento da Igreja Presbiteriana de Santa Maria, pastoreada pelo pastor Ronaldo Vasconcelos que é genro do Rev. Augustus Nicodemos.
Segundo as primeiras informações, apesar da gravidade do acidente, o Rev. Augustus Nicodemus está bem, teve apenas alguns ferimentos leves, já sua esposa Hendrika Hermina Schalkwijk Lopes teve duas costelas fraturadas e está com alguns ferimentos. O carro que o casal viajava  teve perda total.
Nas redes sociais muitos agradeceram a Deus pelo livramento dado e pela vida do casal de pastores. Nicodemus é pastor da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia, vice-presidente da IPB e presidente da Junta de Educacao Teologica da IPB.
O acidente
De acordo com o blog de notícias locais BerimbauNotícias, o acidente aconteceu por volta das 14h30 desta segunda (25), quando um veículo gol, modelo quadrado com placas de Borrazópolis, conduzido pelo senhor Denílson da Silva, voltava de Faxinal. A três quilômetros de Borrazópolis, no trevo da PR-170 que dá saída para Novo Itacolomi, um Classic, veículo do pastor Nicodemus que era conduzido pela sua esposa, cruzou a preferencial, provocando a batida. O impacto foi tão forte, que o Classic tombou na via e ficou com uma das laterais completamente destruída.
Confira abaixo fotos dos veículos envolvidos no acidente:
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Imagens: Berimbau Notícias

Com as informações JM Notícias.


NÃO FOSSE O SENHOR QUE ESTEVE AO NOSSO LADO...

Minha esposa e eu agradecemos de coração as mensagens, telefonemas e especialmente as orações de todos que souberam de nosso acidente. Estamos no hospital de Apucarana, norte do Paraná, onde passaremos mais uma noite. Amanhã de manhã devemos voar para Goiânia, se nosso Deus permitir.
O acidente aconteceu quando estávamos a caminho de Santa Maria, RS, para ver os netinhos e falar num evento organizado pela IPB de Santa Maria, cujo pastor é meu genro Rev. Ronaldo Vasconcelos.


Houve outro carro envolvido. Os ocupantes estão bem. Ainda hoje à tarde falei com o rapaz que estava ao volante e combinei uma visita para a família dele por obreiros da IPB na região. Ele ficou feliz.
A Minka machucou-se bastante. A pancada foi no lado dela, que estava dirigindo na ocasião. A princípio diagnosticaram duas costelas quebradas mas hoje o médico já falou de uma trinca em uma costela. Deus é bom. Eu machuquei a coluna um pouco, mas nada grave. Pequena escoriações pelo corpo.
Ambos os carros ficaram bastante danificados. Perda total com certeza. Foi um grande livramento.
Aqui no Hospital Providência recebemos os cuidados de uma competente equipe de enfermeiras e médicos e o suporte do Rev. João Sobjak, pastor da IPB da cidade. Vários pastores de Maringá e Londrina, da IPB e outras denominações, estiveram conosco para orar e confortar. Graças a Deus por Sua igreja que não tem fronteiras.
Nosso Senhor tem um propósito geral com tudo isso, que é o nosso bem. De que maneira esse acidente nessa data contribui para esse bem, Ele ainda não nos disse. E nem precisa. Confiamos totalmente nele e em Sua sabedoria e amor. Talvez saibamos mais adiante. Se não, nada mudará em nossa disposição de servi-lo até o último momento de nossas vidas.
Domingo passado pela manhã preguei no Salmo 124, na minha querida igreja de Goiânia. Deus me deu a oportunidade ontem de experimentar minha própria mensagem:
"Não fosse o SENHOR, que esteve ao nosso lado ... as águas nos teriam submergido" (Sl 124:2 e 4).
A paz do Senhor a todos os irmãos.

Embaixadores de Sião Geração Florida


terça-feira, 26 de julho de 2016

Bem Aventurados

Jesus subiu ao monte para falar com seus discípulos, e eles entenderam, porque, tão logo, ele se assentasse, como era costume dos mestres em Israel quando ensinavam, eles se aproximaram dele. Sabiam que Jesus não falava  à multidão do alto do monte, mas, da base da praia e, portanto, se aproximaram dele para ouvir o que tinha a dizer, exclusivamente, aos discípulos. Jesus, olhando para a multidão de filhos de Abraão, ali reunida, que aguardava pelo Messias, com grande expectativa, começou falar do quadro que aquela multidão sugeria.

Primeiro citou os pobres, os despossuídos, e havia muitos ali, porque era uma época de opressão e os romanos possuíam tudo e a todos que quisessem; e os líderes de Israel apoiavam a opressão, então, os pobres eram explorados de todas as formas. Os artesãos, dos quais Jesus fazia parte, e os pescadores eram extorquidos por impostos desmedidos, porque Herodes, na tentativa de angariar o favor de Tibério César, com o intuito de ser, por este, declarado único governante de Israel, tratava de alimentar os cofres romanos. E, eram, também, pobres de espírito, porque, os líderes, que usurparam a fé judaica, sonegavam-lhes a palavra da libertação, sugerindo-lhes, na prática, a subserviência à prática religiosa romana, que lhes reconhecia o direito ao poder, e poder absoluto.

Disse, então, Jesus, que os pobres eram felizes, porque deles era o Reino de Deus. Ou seja, que o governo de Deus seria exercido em favor deles, o governo de Deus, com a sua Justiça, imporia uma nova lógica naquele estado de coisas, uma lógica de libertação e de restituição, por isso eles eram felizes. Jesus estava deixando claro que o Reino de Deus, o governo de Deus, já estava na terra, e faria justiça aos explorados.

Continuou Jesus, agora, falando dos que choram, dizendo que eles eram felizes porque seriam consolados; e havia muito pranto, porque a opressão era insuportável; basta pensar que os jovens eram arrancados de suas casas e forçados a alistar-se como soldados no exército de Roma; portanto, os motivos de choro eram inúmeros; as mulheres eram violadas e tratadas como lixo. Eram tempos de muito clamor! Mas, Jesus disse que a felicidade era chegada a eles, porque seriam consolados: seus filhos não seriam mais forçados a nada que não o quisessem, nas normas do direito, e suas mulheres seriam respeitadas e honradas.

Jesus, então, passou a falar sobre os mansos, isto é, aqueles que foram, na prática, destituídos de seus direitos, em outras palavras, aqueles cujos direitos não foram respeitados. Jesus mencionava, especificamente, o direito à terra, que vinha sendo solapado desde o momento em que a elite de Israel decidiu que não cumpriria lei do jubileu, isto é, que não libertaria os escravos, não perdoaria as dívidas, e não faria a reforma agrária ordenada na lei do jubileu, que, a cada 50 anos, renovava a sociedade, pela prática do perdão, da libertação e da reforma agrária. Jesus, contudo, disse que eles eram felizes, pois, com a chegada do governo de Deus, seriam libertos da escravidão, suas dívidas seriam perdoadas, e a terra lhes seria devolvida, haveria a retomada da lógica da exigibilidade do direito, explícita na lei do Jubileu.

Num ambiente como aquele sobravam pessoas com fome e sede de justiça, porque tudo o que não havia era justiça; todos os direitos tinham sido solapados; a lei de Moisés não valia mais; os próprios líderes de Israel já não se pautavam pela sua lei, a não ser quando queriam condenar os que lhe eram contrários; os fariseus, na qualidade de pretensos mestres, constrangiam os fiéis a lhes sustentarem subservientemente; os saduceus, a classe dos sacerdotes, transformaram o acesso ao templo num lucrativo negócio, haja vista, o uso do átrio dos gentios para a prática de negócios de câmbio e venda de animais, e de utensílios para o culto, sob o auspício da família sacerdotal, comandada por Anás. O grito por justiça era incessante, mas, Jesus disse que estes eram felizes, porque o seu clamor fora ouvido e seriam fartos em sua sede e fome por justiça.

E havia os misericordiosos, aqueles que, em meio à penúria, e a fome se lembravam de ser solidários, de partilhar, de repartir, de socorrer ao mais necessitados, de dividir o pouco, na convicção de que todos tinham direito ao mínimo que fosse. Jesus diz que eles eram felizes porque Deus os trataria com a mesma misericórdia, se lembraria deles na sua penúria, na sua angústia, mas, principalmente, na sua solidariedade. O governo de Deus trataria com justiça e honra aqueles que, no estado de injustiça, não permitiram que a escassez os fizesse egoístas e insensíveis, a ponto de não se virem como o próximo do mais carente. Nessa categoria estavam contemplados os que, tendo sido, por decorrência histórica, parte da elite, romperam com a mesma, tomando o partido da justiça, do pobre e do necessitado. Na nova ordem os seus dons seriam bem-vindos, ainda que o "status" viesse a ser, naturalmente, alterado, pois, a nova ordem primaria por fraternidade e comunitariedade, numa "hierarquia" horizontal, como viveu a Igreja em Atos dos Apóstolos.

Seriam felizes, também, os que oraram pedindo por um milagre na história, os que sempre souberam que Deus havia feito uma opção pelos pobres, pelos necessitados, porque assim primava a sua lei, desde sempre. Aqueles que nunca entenderam que a opressão e a injustiça fossem resultado da vontade de Deus; aqueles que sempre souberam que Deus não promove o mal, e pelo mal não é tentado, e que a maldade é fruto da desobediência a Deus, nunca uma concessão divina, mantendo, assim, o coração limpo. Estes veriam as suas orações ouvidas na história, embora, a sua esperança estivesse, também, para além da história, alcançando o transcendente, o que, também, seria satisfeito.

A chegada do governo de Deus, com sua justiça, significava, também, a consecução da felicidade desejada pelos que pautaram a sua conduta pela busca do Shalom, a paz, que sintetiza a vontade de Deus, e que implica, necessariamente, na satisfação, com qualidade, das necessidades básicas de todo ser humano, incluindo a espiritualidade; e que suscita a consciência do direito, pois, o Shalom de Deus se cumpre, necessária e exclusivamente, na coletividade, não há Shalom onde haja qualquer tipo de exclusão.

Agora, Jesus se lembra dos lutadores, os que, em nome da justiça, se rebelaram, se opuseram, às custas da própria vida. É nessa categoria que Jesus coloca os seus próprios discípulos e os profetas que os antecederam. São lutadores pela justiça, e, como tal, perseguidos, caluniados e injuriados. Mas, a exemplo dos profetas têm grande reconhecimento nos céus, isto é, são vistos e honrados como os agentes de Deus na história, por isso, a eles, o júbilo. Pois, assim, como os profetas, na sua luta e militância, tornaram possível a vinda do governo de Deus com sua justiça, pela vinda do Messias, os lutadores pela justiça veriam o efeito da presença do governo de Deus na história conhecida, e na que virá no novo céu e na nova terra.

A essa altura os discípulos deviam estar a perguntar do que Jesus estava falando, e onde eles entravam nisso. Jesus, de fato, falava de uma profecia de um desejo, de seu papel e de seu amor como Messias, entretanto, ele não estaria presencialmente na vanguarda desta mudança, porque ele veio para consumar o sacrifício. Logo, ele olhava para uma multidão que queria saciar, mas, que não conseguiria, naquele momento, porque a sua missão primeira era vencer a morte. Os discípulos cumpririam o desejo de seu amor e imprimiriam na história a sua profecia. Seria através deles que as bem-aventuranças ganhariam espaço e lugar na realidade humana, antes mesmo do novo céu e da nova terra.

Os discípulos seriam os protagonistas naturais da profecia e do desejo do Cristo, por causa de seu caráter, de seu modo de vida e de sua atuação na história. Ao falar sobre isto, o Cristo anunciava a transformação que sua vitória sobre a morte propiciaria a todos os seus discípulos: um novo caráter e uma novo poder e forma de atuar na sociedade humana. O caráter, referido na figura do sal que não pode perder o sabor, seria incorruptível, por isso toda a agressão aos discípulos teria de partir da mentira e da calúnia. O novo poder e forma de atuar na história, referida na revelação de serem luz do mundo, cuja luminosidade seria demonstrada pelas boas obras, seria o poder e a influência que exerceriam na humanidade, a ponto de trazer à realidade o padrão de justiça, que é o que Jesus chama de felicidade, descrito nas bem-aventuranças. 

Portanto, as boas obras, possibilitadas pelo novo poder, que levariam as pessoas a glorificarem o Pai Nosso, seriam as que propiciariam a mudança na sociedade humana em direção à justiça do governo de Deus, descrita na razão do porque gente tão espoliada era considerada como bem-aventurada pelo Cristo.
Cristo anunciava, portanto, que a sua vitória traria uma vida nova aos seus discípulos. Ele se tornariam iluminadores, a partir da luz que receberiam em si. Cristo faria de seu discípulos seres luminosos, cuja iluminação produziria justiça, uma nova realidade onde todos desfrutam de tudo que Deus é e de tudo o que Deus doa. E isso se daria a partir da posição que ocupassem na sociedade, isto é, cada discípulo de Cristo se veria como um agente de mudança, onde quer que viesse a estar, para que a justiça vingasse em todos os sentidos, em todos os lugares e relacionamentos.

Esta colocação do Cristo, declara que a atividade do seus discípulos, além de contemplar a proclamação por meio da pregação, contempla a ação, intencionalmente, política, de formação e de transformação da sociedade. Embora a atividade dos discípulos não tivesse como finalidade a implantação definitiva do governo de Deus na terra, mas, sim, a demonstração de que este governo já estava presente, ainda que não de forma plena, o que só se dará no novo céu e nova terra, seria uma atividade iluminadora intensa, o suficiente para gerar, ainda que sem a plenitude do novo céu, a justiça exposta nas bem-aventuranças.

Estava claro, então, o que caracterizaria a ação dos discípulos na história:  as suas boas obras, fruto, também, do Espírito do Cristo: produziriam libertação ao despossuído; consolo aos que choram; devolução da liberdade aos escravos, e da terra aos camponeses; fartura de justiça aos famintos dela; reconhecimento aos que socorreram aos necessitados; resposta de Deus à oração dos que esperam por Deus na história; reconhecimento aos que promoveram a paz de Deus entre os homens; reconhecimento e acolhimento aos lutadores pela justiça.  

Pr. Ariovaldo Ramos

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Embaixadores de Sião Especial 40 anos - Parte 4

Uma outra grande curiosidade desse grupo, era que muitos jovens que tinha queda pelo rock, passaram a ouvir Os Embaixadores De Sião, e uma das faixas que se parece mesmo com o velho e bom "rock and roll"... é a faixa "Outros Dizem... Outrros Vivem..." do LP -Embaixadores De Sião - Jesus, o amigo da hora - 1977, apesar de não ser bem assim, tão rock como se pensavam, mas era justamente, o fato dos solos de guitarras e os balanços do contra baixo e as batidas fortes da bateria, o tempo foi marcante, pois estavam vivendo o período da fusão da jovem guarda e das grandes revelações da muitos grupos de rock e até cantores que se tornaram destaque na história do rock brasileiro.

A faixa Castelo De Areia, que tem leves e longos solos de guitarras, enriqueceu o público dos Embaixadores De Sião, apesar de cantarem hinos evangélicos, que puxavam a intuição de converter fiéis para o lado do protestantismo, o disco vendeu bastante e não teve nenhum período monótono durante todo tempo que estiveram nas paradas dos sucessos da época.

Nota-se que os Embaixadores De Sião, mesmo esquecidos pela mídia e até por alguns evangélicos, os mesmos Embaixadores De Sião, estão arrebentando mais do que muitos imaginam...

Poucos personagens dos Embaixadores De Sião, estão vivos,não temos dados oficiais de quais realmente faleceram, até a conclusão dessa pesquisa, foi registrado que faleceram alguns citados abaixo:

Afonso Augusto faleceu em um Acidente de carro, Afonso chegou a participar do segundo Lp Embaixadores De Sião - A expansão do Evangelho - 1981.

Nota: Afonso Augusto, após sair do grupo chegou a gravar em carreira solo, um dos discos de Afonso é "Deixa Deus Segurar Tua Mão" lançado em 1984 pelo selo Evangelical.

Isaac Oliveira: Tecladista e vocalista, responsável pelos estrondosos sucessos dos Embaixadores De Sião - Jesus, o amigo da hora - 1977. Isaac Oliveira, deixou um vasto trabalho evangélico, que seus fãs nunca esquecem.

Pastor Aurílio Carneiro da Cunha, que foi o causador e responsável pela revolução chamada Embaixadores De Sião, esse que foi visto pelo povo como "Igreja Brasil Para Cristo as Praças".

O baixista Givaldo Gomes, ele participou do primeiro LP Embaixadores De Sião - Jesus, o amigo da hora - 1977.

Alguns componentes desaparecidos ou ausentes do grupo:

O guitarrista Marcos Santos, que fez parte dos dois primeiros discos:

* Embaixadores De Sião - Jesus, o amigo da hora - 1977
* Embaixadores De Sião - A expansão do Evangelho - 1981

Marcos Santos, ainda é evangélico e mora em caruarú, e está seguindo carreira solo.

O guitarrista base e vocalista Rildomar Nascimento, está seguindo carreira solo, tem alguns discos já lançados. Rildomar participou do Terceiro LP Embaixadores De Sião - Refúgio e Fortaleza - 1983.

O Grupo Embaixadores De Sião nos dias de hoje:

Luiz Pereira, Orlando, Jorge Lira e Wellington, São os Embaixadores De Sião de 2010


Faz uns quatro anos que o grupo vem se erguendo aos poucos, mesmo com parte dos integrantes falecidos e afastados desse projeto, existe um personagem que com muita insistência vem mantendo o nome dos Embaixadores De Sião vivo, esse personagem é o “Eterno Baterista dos Embaixadores De Sião”, seu nome Luiz Gonzaga, conhecido por Luiz Pereira ou Luizinho.


Luiz Pereira, vem juntamente com o Guitarrista Solo Jorge Lira, tentando reformar o projeto e mantê-lo vivo.

O Guitarrista Solo Jorge Lira, fez parte do terceiro LP Embaixadores De Sião - Refúgio e Fortaleza - 1983.


Luiz Pereira, “Eterno Baterista dos Embaixadores De Sião”, juntamente com o Guitarrista Solo Jorge Lira, o tecladista Wellington e o baixita Orlando, formaram um novo quarteto, que estão se apresentando em vários eventos pelas mais diversas localidades do Recife.


Uma das reuniões mais recentes foi na galeria da Livraria Bet-Salém / Recife. Rua: Av Dantas Barreto; Cidade: Recife; Estado: PE.

Foi uma apresentação com a formação atual, pode-se conferiar algumas fotos aqui mesmo na Lastfm.

Portanto os Embaixadores De Sião, atualmente são:

Luiz Pereira, Jorge Lira, Orlando 
e Wellington, São os Embaixadores De Sião de 2010 


Contra Baixo e Vocal: Orlando
Teclado e Vocal: Wellington
Guitarra Solo e Vocal: Jorge Lira
Bateria e Vocal: Luiz Pereira (Luizinho)


Jorge Lira, Guitarra Solo e Vocal, nascido em 12/05/1963, mora em Recife, e tem o disco solo, começou a seguir carreira artística em 1981, poucos meses após o lançamento do segundo LP dos Embaixadores De Sião - A expansão do Evangelho - 1981, vindo a ser integrante no lançamento do terceiro LP Embaixadores De Sião - Refúgio e Fortaleza - 1983.

Jorge Lira, Guitarra Solo e Vocal
Orlando, Contra Baixo e Vocal, mora em Recife.

Orlando, Contra Baixo e Vocal
Wellington, Teclado e Vocal, nascido em 02/08/1953 no Recife, começou na vida musical aos 18 anos, tocando orgão.

Wellington, Teclado e Vocal

Luiz Pereira (Luizinho), Bateria e Vocal, nasceu em 09/02/1948, mora em Recife no Bairro de Casa Amarela, e é um dos fundadores dos Embaixadores De Sião,
atualmente Luiz Pereira, também está fazendo vocal no grupo.

Luiz Pereira (Luizinho), Bateria e Vocal

fonte: www.natanielsouza.blogspot.com.br

Salmos Modernos reúne textos de diversos autores

O livro Antologia de Salmos Modernos é um projeto ousado e inovador planejado pela Associação Céu do Brasil, sediada em Genebra (Suíça), que traz uma antologia com textos diversos.
A obra é uma coletânea de textos escritos por anônimos, escritores profissionais e também compositores da música gospel brasileira, incluindo alguns que já tiveram suas canções reconhecidas nacionalmente e algumas até premiadas pelo Grammy Latino.
Os textos foram escritos em forma de prosa e versos e expressam sentimentos comuns, o que faz com que o leitor se identifique com os textos.
O título desse projeto, que terá outros volumes, tem ligação com o livro de Salmos. “Salmo significa louvor, cânticos. O livro bíblico de Salmos também é uma antologia e foi escrito por diversos escritores de diferentes níveis sociais e apresenta a inteira gama dos sentimentos humanos, o que contribui para torná-los tão poderosos e tão belos”, diz a assessoria do projeto.
Outra ligação feita entre a obra “Salmos Modernos” e o livro bíblico é que se trata de textos atemporais e tocantes, que marcam o coração do leitor.
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