quinta-feira, 5 de maio de 2016

Foi escrita com sangue no madeiro a maior expressão de amor por mim


Vez em quando, eu padeço um aperreio,
Sem afeto, sem graça, sem amor...
Vejo o mundo, um porão assustador,
Que me enche de trauma e de receio.
Nesta hora, ao lembrar que Cristo veio
E derramou o Seu sangue carmezim,
Meu deserto floresce igual jardim
E o crisântemo do amor traz um bom cheiro.
Foi escrita com sangue no madeiro
A maior expressão de amor por mim.

Escrevi um poema de amor
E entreguei de presente à minha amada.
Ela leu, desdenhou, não disse nada
E eu fiquei lamentando a minha dor.
Mas lembrei que Jesus, o Salvador,
Fez da vida canção. E foi assim
Que a tristeza em meu peito teve fim
E hoje vivo feliz o tempo inteiro.
Foi escrita com sangue no madeiro
A maior expressão de amor por mim.

Jesus Cristo tombou pela poeira
Com o peso da cruz que carregou,
Mas Simão Cireneu O ajudou
A levar a cruz feita de madeira.
Ao chegar na colina da Caveira
Um ladrão zombou dEle com pantim,
Mas o outro, creu firme, e Cristo, enfim,
Deu perdão para aquele desordeiro.
Foi escrita com sangue no madeiro
A maior expressão de amor por mim.

Meio-dia, as sombras preenchiam,
E o povo bramava em várias vozes.
O Senhor deu perdão aos Seus algozes,
Por não terem noção do que faziam.
Sacras luzes da cruz 'inda irradiam
E às trevas da alma põem um fim,
Que a entrega do Filho de Elohim
Alforria quem sofre em cativeiro.
Foi escrita com sangue no madeiro
A maior expressão de amor por mim.

Contemplei o Senhor crucificado
No lugar meu e teu, de Barrabás,
Sobre Ele o castigo deu-me paz
E pelas Suas feridas fui sarado.
Lá na cruz fui remido, perdoado,
Escapei da prisão do 'Coisa Ruim',
Hoje canto do jeito de um vim-vim
Libertado no sangue do Cordeiro.
Foi escrita com sangue no madeiro
A maior expressão de amor por mim.

Jénerson Alves

quarta-feira, 4 de maio de 2016

O caso da história!

João 7:51-52 (RA Strong's)

Acaso, a nossa lei julga um homem, sem primeiro ouvi-lo e saber o que ele fez? Responderam eles: Dar-se-á o caso de que também tu és da Galiléia? Examina e verás que da Galiléia não se levanta profeta.

Os líderes judeus queriam matar Jesus, usariam o poder romano, via coação popular para o fazer. 

Nicodemos advertiu que isso seria trair a lei mosaica, segundo a qual Jesus teria de ser ouvido.

Os líderes reagiram se escudando no preconceito em relação à origem do Senhor.

Nem se deram conta de que Jesus era originário de Belém, a Cidade de Davi.

Não se deram conta, porque não investigaram.

Não investigaram porque não estavam dispostos a cumprir a lei.

Traíram o que, no caso deles, seria O Estado Divino de Direito.

Apesar de ter ajudado os soldados a prenderem Jesus, a traição do Iscariotes contou pouco, 

Jesus foi condenado porque os líderes dos judeus resolveram agir ao arrepio da lei.

Os guardiães da Lei Mosaica, a Constituição de Israel, dada por Deus, a traíram.

Traíram o seu Estado de Direito, ignorando-o.

Trair a Lei de Moisés era trair a própria Nação.

Isso os levou a fazer algo, até então, não feito pelos líderes de Israel.

Os líderes de Israel, normalmente, não entregavam, voluntariamente, judeus para serem julgados pelos romanos. 

Por terem traído a nação de Israel, por traírem o seu Estado de Direito, no caso de Jesus de Nazaré, o fizeram.

Alguém poderia dizer que se isso não acontecesse a consumação do sacrifício não aconteceria.

Bem... Isso é história para outra meditação, sobre o chamado de Abraão ao monte Moriá.

O fato, porém é, no caso de Jesus: A maior de todas as vitórias começou com a maior de todas as traições... A traição ao Estado de Direito!

Ariovaldo Ramos

terça-feira, 3 de maio de 2016

ONU: Paz entre Israel e Palestina está “mais distante do que nunca”

Em pronunciamento no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas, o secretário-geral Ban Ki-moon fez um alerta:  “A paz entre Israel e Palestina está ‘mais distante do que nunca”.
Ele citou como motivos para sua conclusão o aumento dos ataques dos palestinos contra israelenses, a expansão dos assentamentos de Israel e o aumento das demolições de residências palestinas na Cisjordânia. Para Ban Ki-moon, isso tudo fez com que a confiança “evaporasse” nas negociações por uma solução de dois Estados, deixando-a “mais distante do que já esteve por muitas décadas”.
Em seu balanço, o secretário-geral lembrou que a onda de violência nos últimos seis meses resultou em mais de 200 palestinos e cerca de 20 israelenses mortos e Israel continuou, em ritmo acelerado,construindo assentamentos judeus em locais que seriam “estruturas palestinas”. Em 2016 mais de 700 palestinos foram deslocados, número superior a todo o 2015.
A insistência da ONU em abordar o tema é ecoada pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) que emitiu recentemente uma resolução onde refere-se a Israel como a “força de ocupação” do território palestino. Também se nega a reconhecer o Monte do Templo como um antigo local de culto judaico – onde estava o templo de Salomão.
Pelo contrário, afirma que o complexo da Mesquita Al-Aqsa é “um lugar islâmico”. O texto do documento usa o nome árabe ‘Al-Buraq’ para se referir ao Muro das Lamentações.
Declara ainda as cidades de Hebron e Belém como “locais palestinos”. Com isso tenta apagar os locais mencionados na Bíblia como o “berço” do judaísmo (Gn 13) e do cristianismo (Mt 2). Não por coincidência, o material da UNESCO foi assinado por Jordânia, Argélia, Egito, Líbano, Marrocos, Omã, Qatar e Sudão, mostrando que o órgão está sendo controlado por nações muçulmanas.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu condenou fortemente a resolução. “Esta é outra decisão absurda das Nações Unidas. A UNESCO ignora a conexão histórica do judaísmo com o Monte do Templo (Al-Aqsa)”, declarou à imprensa.

França quer independência da Palestina

O assunto parece ser prioridade de organismos internacionais. Representantes de mais de 20 países e organizações como a ONU e a União Europeia se reunirão dia 30 de maio para debater uma “retomada urgente” do processo de paz entre a Palestina e Israel.
De acordo com a AFP, o encontro será em Paris, anunciou o chanceler francês, Jean-Marc Ayrault. “As partes estão mais afastadas que nunca”, ressaltou. “Não há outra solução ao conflito que o estabelecimento de dois Estados, israelense e palestino, que vivam lado a lado em paz e em segurança, tendo Jerusalém como capital compartilhada”. Ele insiste: “Não podemos ficar sem fazer nada, precisamos atuar antes que seja tarde demais”.
Explicou ainda que a base da reunião promovida pela França será a “Iniciativa de Paz Árabe”, de 2002. Segundo essa proposta, Israel deve abandonar todo o território ocupado desde 1967 e aceitar o estabelecimento de um estado da Palestina independente, cuja capital seria Jerusalém ocidental.
Curiosamente, não haverá delegações nem da Palestina nem de Israel nessa reunião. Se forem obtidos resultados esperados, a França irá promover uma cúpula internacional, que então convidará líderes israelenses e palestinos.
gospelprime

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Série mostra vida de pastor possuído por um demônio

Série mostra vida de pastor possuído por um demônioDepois de colocar Lúcifer como protagonista em um seriadoe o Anticristo em outra,  a indústria cinematográfica agora aposta em uma série cujo personagem principal é um pastor, filho de um demônio. Mais uma vez, cruzes invertidas e rituais macabros serão mostrados na telinha em nome do entretenimento.
Preacher [Pregador] é uma das maiores apostas do canal pago AMC para este ano. Baseado em uma revista em quadrinhos do mesmo nome, a adaptação para a TV estreia dia 22 de maio, logo após o último capítulo da 2ª temporada de Fear The Walking Dead, um dos maiores sucessos de audiência do último ano. Ainda não há previsão de exibição chegada ao Brasil.
As histórias em quadrinho de Preacher, publicadas entre 1995 e 2000, tiveram 66 edições. Se os roteiros televisivos forem os mesmos da versão impressa, contarão a história do pastor Jesse Custer. Ele tinha uma vida normal, até ser atingido durante um sermão por uma entidade sobrenatural, chamada Gênesis.
Nesse dia, a pequena igreja que ele liderava é completamente destruída e todos os fiéis morrem. O ex-pastor perde sua fé e começa a anunciar que Deus abandonou os seres humanos.
Ele descobrirá que tem o poder de fazer com que qualquer pessoa o obedeça. Passa a chamar isso de “voz de Deus”. Mais tarde é revelado que Gênesis é um espírito híbrido – filho de um anjo com um demônio do sexo feminino. Ele fugiu do Paraíso e logo anjos veem à Terra para prendê-lo. A esta altura, Custer e Gênesis tornaram um único ser, então os anjos decidem matá-lo. Para isso, ressuscitam um matador do século XIX, o “Santo dos Assassinos” para fazer o serviço.
O pastor/entidade afirma que sua missão é encontrar Deus e fazê-lo “assumir a responsabilidade por ter abdicado”. Em suas andanças pelo mundo receberá o apoio dos vampiros Cassidy e Tulip. Também se encontrará ainda com os ‘anjos caídos’ DeBlanc e Fiori, interpretados por Anatol Yusef e Tom Brooke. Eles eram funcionários do céu, mas foram expulsos e passaram a viver de forma irresponsável na Terra.
Segundo o site Christian Today, grupos de cristãos já estão pedindo um boicote ao seriado por entender que ele ridiculariza a fé cristã, glorifica os demônios e prejudica a imagem dos pastores em geral.

Uma igreja sem abismos entre gerações


Se John Stott apontou a falta de experiência como um desafio para os jovens líderes, é igualmente importante notar como o líder mais experiente, se não souber “passar o bastão”, corre o risco de fazer morrer em suas próprias mãos os benefícios da liderança.


Então, como uma igreja deve preparar seus líderes para esta tarefa? Como lidar com gerações diferentes em meio a mudanças cada vez mais dinâmicas na era da comunicação instantânea?

“Integrando Gerações” é o tema do 43º Encontro SEPAL para Pastores e Líderes, que acontecerá nesta semana (02 a 06 de maio), em Águas de Lindoia (SP).

O evento terá entre seus 46 preletores dois autores da Editora Ultimato: o pastor Carlos Queiroz, autor deSer É o BastanteEm Busca da Espiritualidade e A Oração Nossa de Cada Dia; e o missionário Ronaldo Lidório, autor de Vocacionados e organizador de A Questão Indígena – uma luta desigual e Indígenas do Brasil.

A programação do Encontro será estruturada em preleções, grupos de discussão, grupos de interesse e seminários. Confira aqui a programação completa.


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