Nossa História

Paulo Nailson é o editor responsável
Graça de Deus e Objetivo de Vida

A história da Presentia se mistura com minha vida.
Nasceu num período conhecido como Pascoal, onde recordamos a Ressurreição de Cristo (com todo significado que isto traz para a existência dos que crêem – o sacrifício, a teologia da Substituição, etc...).
Em minha vida pessoal experimentando algo semelhante. Algo era novamente trazido a existência.
Então, depois de algumas edições do IFORMEV (Informativo Evangélico), três pessoas: eu, Fabiana (irmã) e Ana Paula (esposa), sob o acompanhamento do pastor e amigo Anacleto Inácio (que sugeriu o versículo “Se é pela Graça, já não é mais pelas obras” Romanos 11:6, que acompanharia a publicação para sempre)resolveram sob orientação de Deus produzir uma publicação que:

Divulgasse a história e ações de Deus através de Sua Igreja em Caruaru e proximidades;
Abrisse espaço para divulgar e revelar escritores e pensadores cristãos da região;
Ser uma via de acesso a mais da Igreja local para os artigos e reflexões que consideramos edificantes e de formação saudável e não alienantes;
Ser testemunho presente na sociedade secular do Povo de Deus, suas idéias e princípios;

Sempre nos indagam sobre o significado do nome Presentia.

E, periodicamente, explicamos a origem do mesmo nas edições impressas.
A Revista Ultimato (dezembro de 1999) trás um artigo do Rev. Valdir Steuernagel (que já tive oportunidade de conhecer pessoalmente - é pastor luterano, diretor do Centro de Pastoral e Missão e presidente da Visão Mundial Internacional), um trecho deste artigo é o que gostaria de compartilhar com os internautas nesta edição.
Presentia, como para o pastor Valdir, tornou-se parte de mim, os mais íntimos sabem disso. É expressão do ministério que O Senhor confiou a mim que chega até você agora também on line.

Segue parte do texto:

“Aprendi num seminário sobre revisão de vida, outro dia, foi-me perguntado qual era o meu velho nome e qual era a luta da minha vida. Qual seria o nome que identificava e descrevia o meu jeito de viver, o meu estilo de relacionamento e os meus valores.
Essa foi uma hora difícil uma espécie de hora da verdade. Hora de olhar no espelho e confrontar com a minha velha natureza. Hora de olhar nos olhos do meu espírito inquieto, confrontar com a minha competitividade e a minha tendência de manipulação. Vi tudo isso me acompanhar no decorrer dos anos, caracterizando tantos dos meus processos e relacionamentos de vida. E assim, contrito, concluí que eu não era aquele que pensava ser. Eu não correspondia à imagem que havia feito de mim. E estava longe de ser aquele que Deus queria que eu fosse. Não era esse o nome que Deus me havia dado e me queria dar. Em arrependimento, pois, me vi carente da graça de Deus. Carente de um novo nome que expressasse a minha vulnerabilidade e a minha precisão de Deus. Do seu abraço e da sua voz.
E eu lutei. Não com Deus, mas comigo. Com a minha história e os meus padrões de comportamento. Com traços da minha personalidade e com a profundidade da minha pecaminosidade.
Quanto a Deus, eu sabia que Ele não desistiria de mim. Por querer me dar um novo nome, Ele afirmava o seu amor por mim, o seu investimento em mim, e descortinava para mim a possibilidade futura do próprio relacionamento com Ele.
Eu sabia, também, que Deus me conhecia pelo meu nome. Com Valdir Ele havia se relacionado e ao Valdir Ele havia chamado. Na vivência no seu quintal, afinal, eu havia encontrado a minha identidade e a minha vocação.
E era Ele que não me largava. Queria me fazer consciente do novo nome que queria me dar. Um nome que refletisse o que Ele queria para mim e que indicasse o caminho maior e estreito no qual eu deveria andar. Assim, foi ali que nasceu Presentia. O nome da graça e do objetivo. Graça de Deus e objetivo de vida.
O novo nome estava a indicar a redescoberta da presença de Deus na minha vida e o desafio de estar na sua presença, com inteireza, quietude e serenidade.
Presentia, como convite à intimidade.


A PRIMEIRA EDIÇÃO

Na capa da primeira edição (abril de 2000) há uma ilustração dos Holandeses ancorando seus barcos nas proximidades de Olinda confiantes nas informações do espião Paparobatos.
No detalhe menor, a foto da cruz vazada da Universidade Gwynedd-Mercy. Expressa não só a morte de Jesus Cristo como também a sua resurreição.
O tema principal, BRASIL 500 ANOS
Os precussores da verdadeira evangelização do Brasil.
Observando bem estes ítens já identificamos a linha editorial da publicação.

Além das matérias: O Cristo da Paixão, As Lágrimas de Cunhaú (Rev. Francisco Schalkwijk), O perfeito imperfeito (Ana Paula Martins),A Mulher Sábia ver alto e longe" (Pba. Fátima Prestelo); divulgamoso Congresso do DEMEC, A inauguração do templo da Nova Sião, a "fita k-7" do cantor Edilson Gama, Show testemunho do cantor Welington Camargo no Paladium, 60 anos da CPAD, Congresso Evangelístico Billy Graham em Recife, Evento da Igreja Vida Nova com Kassiane e Átila Brandão, Show com Canarinhos de Cristo, Encontro de Pastores em Águas de Lindóia, Conferência de Artes em Fortaleza (CE), Simpósio dos Puritanos,A chegada dos Congregacionais em Caruaru, A peça teatral Biu & Zéfa; e no "O Brasil em foco": O Massacre de Eldorado dos Carajás, Décadas Perdidas (de FHC), Trote Cidadão, Batismo de Sangue (livro de Frei Betto), O espetáculo não pode parar (Circo Vostok)e, por último, Humor com Jasiel Botelho.

Colaboradores da Edição:Habitar (Osvaldo Filho), LAMEC (Dr. Welington Almeida), Galeria Íris (Adeíris Neri Léo), Só Fraldas, Júnior Pintor, Porfírio Calçados, Farmácia Maranata, Laura Cabeleireiros, Eluzai/El Natã (Pr. Vavá), Jumalhas (Noel), Gráfica Art Berg.

Paulo Nailson de Almeida Lima

Receba no seu e-mail informações de Presentia

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...