sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Marcelo Gualberto - Pilha dos Inúteis

Cresce assustadoramente a oferta de bençãos nas igrejas, como se o compromisso de Jesus com os seus seguidores fosse a felicidade. 
Jesus não prometeu cura para todas as doenças e soluções miraculosas para todas os problemas, embora Ele tenha poder para tal. 
Jesus disse que no mundo teríamos aflições. 
Concordo com o Pr Ivênio dos Santos que afirma ser o principal trabalho do Espírito Santo nos partir, nos quebrar, para nos moldar à imagem de Jesus. 

O Espírito está à procura de pessoas moldáveis, que entendam as provações e aflições como oportunidades de crescimento; pessoas que corram para Deus olhando para seu coração e não para as suas mãos na busca dos presentes.

Ouçam esta história, que ouvi do Pr. Ivênio: 
Um homem visitou a forja do ferreiro. Ele ficou intrigado porque, após aquecer e malhar o ferro, o ferreiro jogava alguns de um lado e outros do outro. 
O visitante perguntou para o ferreiro, qual era o critério para escolher qual das pilhas jogar os ferros. O ferreiro respondeu que a pilha da direita era dos inúteis. Eram ferros que, mesmo sendo aquecidos e malhados intensamente, não se moldavam. O visitante saiu dali e orou intensamente dizendo: "Senhor, prova-me como quiseres, mas não me jogue na "Pilha dos Inúteis".

Sabe por que a igreja cresce em número e paradoxalmente diminui a sua influência no mundo como "sal e luz"? 
Os templos estão se tornado em "depósitos de ferro velho". 
Milhões querem bençãos, pilha de inúteis. 
Pouquíssimos querem ser benção.

Marcelo Gualberto
Marcelo

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