quarta-feira, 15 de junho de 2016

O que é blasfêmia?

O que é blasfêmia?
Mas os fariseus, ouvindo isto, diziam: Este não expulsa os demônios senão por Belzebu, príncipe dos demônios. (Mt. 12:24).
Este é um tema muito pertinente e atual, pois é o que temos visto e ouvido nas mídias televisivas e nas mídias sociais ao extremo, são insultos ao que é sagrado. No Brasil, isto vem sendo explorado voluntária ou involuntariamente com fúria e em demasia através de novelas e até de projetos de lei. Acontece que no tempo de Cristo, ele também teve que passar este assunto a limpo e, naquele tempo a mídia era nas ruas, praças, sinagogas e vilas.
Vejamos o contexto bíblico. Ele estava derramando o reino de Deus na vida das pessoas. Jesus estava cumprindo a missão para a qual o Pai o havia enviado.  Portanto, aos olhos de Deus, ele estava fazendo produzindo bons frutos, ou seja, abençoando a vida das pessoas, ensinando, curando, libertando, enfim jorrando do reino de Deus na terra.
Vamos ver o texto de Mateus Capítulo 12 a partir do verso 22:
“22 Trouxeram-lhe, então, um endemoninhado cego e mudo; e, de tal modo o curou, que o cego e mudo falava e via. 23  E toda a multidão se admirava e dizia: Não é este o Filho de Davi? 24  Mas os fariseus, ouvindo isto, diziam: Este não expulsa os demônios senão por Belzebu, príncipe dos demônios.
25  Jesus, porém, conhecendo os seus pensamentos, disse-lhes: Todo o reino dividido contra si mesmo é devastado; e toda a cidade, ou casa, dividida contra si mesma não subsistirá. 26  E, se Satanás expulsa a Satanás, está dividido contra si mesmo; como subsistirá, pois, o seu reino? 27  E, se eu expulso os demônios por Belzebu, por quem os expulsam então vossos filhos? Portanto, eles mesmos serão os vossos juízes.
28  Mas, se eu expulso os demônios pelo Espírito de Deus, logo é chegado a vós o reino de Deus. 29  Ou, como pode alguém entrar em casa do homem valente, e furtar os seus bens, se primeiro não maniatar o valente, saqueando então a sua casa? 30  Quem não é comigo é contra mim; e quem comigo não ajunta, espalha.
31  Portanto, eu vos digo: Todo o pecado e blasfêmia se perdoará aos homens; mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada aos homens. 32  E, se qualquer disser alguma palavra contra o Filho do homem, ser-lhe-á perdoado; mas, se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será perdoado, nem neste século nem no futuro.
33  Ou fazei a árvore boa, e o seu fruto bom, ou fazei a árvore má, e o seu fruto mau; porque pelo fruto se conhece a árvore. 34  Raça de víboras, como podeis vós dizer boas coisas, sendo maus? Pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca.
35  O homem bom tira boas coisas do bom tesouro do seu coração, e o homem mau do mau tesouro tira coisas más. 36  Mas eu vos digo que de toda a palavra ociosa que os homens disserem hão de dar conta no dia do juízo. 37  Porque por tuas palavras serás justificado, e por tuas palavras serás condenado.”
Conforme romanos 8:16, enquanto eu orava a Deus pedindo inspiração do Espírito Santo para ir escrevendo este artigo, vinha em meu espírito, letras e palavras que deslizavam sobre as teclas, por exemplo, o que pode ser perdoado? Alguma blasfêmia, toda blasfêmia, e o que mais?… Bom, tudo o que posso dizer é que ao menos dois pecados, os quais não poderão ser perdoados por Deus, me vieram à mente para escrever aqui:
  1. O primeiro é o pecado não confessado. Na primeira carta de João 1:9, está escrito que há uma condição para receber perdão de pecados. A Bíblia diz “se” confessarmos… conclui-se pela conjunção subordinativa, uma condicional para receber o perdão de pecado. Essa condição é se confessar, será perdoado. Mas, e se não confessar? Como ser perdoado? Por isso é necessário conhecer o princípio espiritual desse ato, que está em João 8:32, conhecer a regra da libertação, através de uma nova mente, a mente de Cristo. Mas, para o homem, o ideal é não pecar (voluntariamente);
“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (I João 1:9);
  1. O segundo erro fatal para a vida do homem pecador é a blasfêmia conta o Espírito Santo (vs 32).
“E, se qualquer disser alguma palavra contra o Filho do homem, ser-lhe-á perdoado; mas, se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será perdoado, nem neste século nem no futuro” (Mt. 12:32)
Mas, o que é blasfêmia? Qual o seu significado? Ora, precisamos voltar ao texto, analisar o contexto para extrairmos um conceito melhor:
Jesus estava fazendo o bem, mas aí, chegaram uns fariseus, os quais os assediavam espiritualmente dia e noite. Avalie bem, os fariseus estavam abismados com os feitos de Jesus, afinal, o povo deixaria de ser amarrado por sistemas religiosos inventados por eles. Religião é sinônimo de domínio, controle, manipulação e poder. Assim, não poderiam suportar a Jesus, vamos dizer assim… “disputando território” no meio do povo, e nem o povo buscando o bem e a liberdade que vinham do Mestre.
A 1a. acusação dos fariseus, o silêncio do sábado (shabat)
Eles já haviam tentado incriminar a Jesus com o logro do sábado quando os discípulos tiveram fome e colheram espigas e as comeram (Mt. 12:1). Mas, não convenceram a ninguém! Jesus não era um mestre comum. Era a própria Sabedoria Presente! Então, aquela conversa de que não se poderia fazer nada no sábado no shabat não colou. Jesus era Senhor do Sábado. Eles esqueceram disso também!
Os fariseus usavam a Lei, mas esqueciam que Jesus conhecia a lei de Moisés também e não podia ser manipulado ali. Por isso, replicou a eles sobre Davi (por uma causa justa) haver rompido paradigmas também (Mt. 12:3). Além disso, Jesus falou a eles que os sábados já vinham sido violados pelos sacerdotes, mas sem punição alguma (privilégio?).
A 2a. acusação dos fariseus, a cura no sábado
A religiosidade é um vício difícil de se tratar. Os fariseus ficaram confusos nos argumentos maliciosos. Mas a pressão não cessaria assim tão fácil. Eles eram espertos e maliciosos no assédio espiritual e moral. Mas, Jesus era mesmo paciente, e, na razão deles mesmos, argumentou aquele paradigma religioso de não se poder curar no sábado.
Oh, sabadozinho “abençoado, meu Deus!!…”. É isso que faz a religião, deixa as pessoas automatizadas, robotizadas, impensantes, incrédulas e cegas pelo sistema injetado nas veias. São mais adoradoras das regras ou obras a adoradoras do Senhor de todas as coias. Desta forma não conseguem adorar com espírito, pois vivem buscando uma razão, uma lógica de adoração, uma lei, etc. Os religiosos não conseguem adorar a Deus como convém, nem servir LIVREMENTE a Jesus Cristo. É por isso que está escrito: “… porque a letra mata e o espírito vivifica (II Cor. 3:6). Ver também a história da mulher samaritana (uma exceção em João 4:19). Ela disse: “Senhor, VEJO que és profeta”.
Continuando sobre a cegueira da  religiosidade… Mas Jesus lhes disse: Qual dentre vós será o homem que tendo uma ovelha, se num sábado ela cair numa cova, não lançará mão dela, e a levantará? 12  Pois, quanto mais vale um homem do que uma ovelha? É, por conseqüência, lícito fazer bem nos sábados. 13  Então disse àquele homem: Estende a tua mão. E ele a estendeu, e ficou sã como a outra. (Mt. 12: 11-13).
A 3a. acusação dos fariseus, Jesus tem demônio.
Pressão. Eles não desistiriam assim… a religião até já ceifou muitas vidas por causa de seu orgulho tolo… Então, Era necessário um álibi mais chocante, uma lei constrangedora, uma regra punitiva, uma acusação irrefutável que levasse a opinião pública a revoltar-se contra o novo, contra o reino de Deus, contra o Filho do Homem. Esse álibi político seria condená-lo diante do povo através de uma acusação espiritual: Ele é um demônio! Jesus é um demônio. Não creiam Nele!! Era a murmuração dos fariseus.
Eles eram tão incrédulos e tão religiosamente céticos que não criam que Deus curava. E aí é que vem a diferença entre o DEUS DA RELIGIÃO e o DEUS DA SALVAÇÃO!
O Deus da religião
Este Deus não salvava, não curava, não fazia o bem, não se relacionava, não se envolvia com o povo, não tinha misericórdia, nem compaixão. O Deus da religião é assim: invejoso, controlador, cético, pobre, cego e nu, como registrou e profetizou João em Apocalipse à igreja de um Deus como esse:
“Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu” (Apoc. 3:17);
Por incrível que pareça, os religiosos não conheceram o Mestre. Presos pelo valor que davam à religião deles, não enxergavam a salvação, nem o reino de Deus entre eles.
Segundo David Gooding e John Lenoxx em seu livro CRISTIANISMO, O ÓPIO DO POVO (?), o motivo dessa cegueira é que provavelmente os homens mais religiosos supõe que a religião mira apenas aquilo que se tem que fazer, sem parar o tempo suficiente para ouvir a Jesus Cristo, PESSOALMENTE, afim de ouvir exatamente o que Cristo está dizendo com satisfação. Mas, para chegar nesse nível de fé, uma alegria tal como águas vivas fluindo dentro de nós (João 4:13), conquistando essa satisfação, primeiramente o homem deve aceitar o diagnóstico de seu problema, depois, seu tratamento. Ambos (diagnóstico e tratamento) são mais radicais do que nossa imaginação.
O Deus da Salvação
Em contrapartida, o Deus da Salvação não manipula, seus filhos não são como robôs. Ele é bom, fiel, amigo, compassivo e rico em misericórdia e extrema compaixão. Seus seguidores são livres para adorar, livres para servi-lO de coração, de alma, de entendimento e com as suas forças. O Deus da Salvação estava ali, no meio do povo, curando, libertando, salvando!!! Foi esse Deus, confundido pelos paradigmas do farisaísmo, acusado, com inversão de ônus da prova, que Ele curava com o poder de Belzebu… (pense na intenção daqueles acusadores em tentar inverter as coisas)…
Mas, Os fariseus só não contavam como um mistério. Eles estavam acusando o próprio Deus. Esse Jesus, tinha o poder de pesar os pensamentos e desígnios do coração mal daqueles homens. Ele conhecia profundamente a intenção deles.
Contudo, Jesus argumentou segundo a razão limitada dos homens. Afinal, como pode um demônio expulsar outro demônio? Não há lógica nisso!
Então Jesus se revelou mais uma vez, desta feita com autoridade conclusiva e profética. Chega de raciocínios lógicos, chega de intelectualidade. É a hora da verdade!
Disse Jesus: Quem não é por mim, é contra mim; e quem comigo não ajunta, espalha. (Mt. 12:30).
Jesus continuou falando aos fariseus:
 Portanto, eu vos digo: Todo o pecado e blasfêmia se perdoará aos homens; mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada aos homens. 32  E, se qualquer disser alguma palavra contra o Filho do homem, ser-lhe-á perdoado; mas, se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será perdoado, nem neste século nem no futuro. 33  Ou fazei a árvore boa, e o seu fruto bom, ou fazei a árvore má, e o seu fruto mau; porque pelo fruto se conhece a árvore.
Veja bem. No contexto bíblico, Jesus não estava falando à igreja dele, Ele continuava falando diretamente aos fariseus:
Raça de de víboras, como podeis vós dizer boas coisas, sendo maus? Pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca. 35  O homem bom tira boas coisas do bom tesouro do seu coração, e o homem mau do mau tesouro tira coisas más. 36  Mas eu vos digo que de toda a palavra ociosa que os homens disserem hão de dar conta no dia do juízo. 37  Porque por tuas palavras serás justificado, e por tuas palavras serás condenado.
A inversão do ônus da prova 
Ora, o pecado contra o Espírito Santo é uma blasfêmia. O que os fariseus tentaram inverter ali foi induzir o povo a achar que Deus era demônio. Que o bem era o mal, que o santo era profano, etc. Mas, o pecado deles não ficaria assim em branco não. Jesus não era bobo. O pecado sem perdão é atribuir continuamente à obra do Espírito Santo a Satanás, tendo pleno conhecimento de que se trata da obra de Deus. Satanás não pode receber os créditos em lugar do Espírito Santo! Ora, por que alguém faria isso? Sim. Era o pecado religioso dos fariseus que estava em roga e não a obra de Jesus. (Bíblia da Mulher, 2003, 2ª. Ed. com adaptação do autor). Ler também I Coríntios 10, sobre a idolatria.
O orgulho. Isso, o orgulho da religião daqueles homens impediram de reconhecer o Deus da Salvação e, por causa do Deus da Religião deles, os mesmos foram condenados por suas próprias palavras, quando tentavam inverter o pecado.
A blasfêmia dos homens
blasfêmia contra o Espírito Santo não pode ser perdoada. È necessário refletirmos com mais essa lição que Jesus deixou para a história da humanidade e, principalmente para a história da religião. Entretanto, nos dias de hoje pouco se fala verbalmente por causa das teclas das redes sociais. Somos testemunhas de muitas palavras frívolas, carnais e cheias de malícia do coração que vêm através dos dedos. A Bíblia diz que se alguém cuida ser religioso, e não refreia a sua língua, antes engana o seu coração, a religião desse é vã. (Tiago 1:26).
O verso 34, parte ‘b’ desta história, se escrito hoje, talvez diria assim: “os dedos digitam o que está cheio o coração”. Se o seu coração estiver cheio do reino de Deus é disso que você falará (ou digitará como queiram). Mas, se o seu coração estiver cheio de vingança, amargura e de pecado, é disso que você falará (ou digitará como queiram)
Talvez você possa estar pensando que não blasfema ou nunca blasfemou como aqueles fariseus da história bíblica, mas na continuidade do texto, nos versículos 36 e 37, medite no que os versos dizem:
Mas eu vos digo que de toda a palavra ociosa que os homens disserem hão de dar conta no dia do juízo. 37  Porque por tuas palavras serás justificado, e por tuas palavras serás condenado”.
A Bíblia diz que quem retém as palavras possui conhecimento; e o sereno de espírito é homem de inteligência (Pv. 17:27). Então, cuidado nas palavras (ou digitação) lançadas no vento ou nas redes. Se o seu chamado não é pregar a palavra a tempo e fora de tempo, repreendendo, corrigindo, exortando com toda a paciência e doutrina, você pode procurar com zelo uma outra forma de servir ao SENHOR, sobretudo nas redes sociais, com o advento da livre expressão do teclado. Por exemplo, tenha um foco, um tema, um público alvo para ensinar ou transferir conhecimento com disciplina, temor e amor. Nem sempre é necessário haver uma multidão para ajudar. Basta olhar o exemplo de Elias e Elizeu. O que vale é a essência do reino. Isso vale mais que mil palavras de filosofias repetidas ou códigos convencionais da religiosidade (jargão gospel). Talvez você esteja se livrando de pecar e pecar ou até blasfemar se houver mudanças radicais nesta área de sua vida!! Em vez de amaldiçoar as pessoas, abençoes as pessoas. Ore por elas, chore com elas, se alegre com elas.
Mas, o que é BLASFÊMIA??
no hebraico חילול השם  (pronuncia-se Noun m)  que significa insulto, uma negação (do evangelho) ou atribuir as obras do Espírito Santo a Satanás. (Comentário Judaico do NT, David H. Stern, Ed. atos, 2ª. Ed. 2014)
A blasfêmia também pode ser uma palavra frívola ou maldita dirigida às coisas sagradas e aos profetas do Senhor. (Biblioteca Bíblica)…
E, para os que foram chamados para serem ministros, aconselho as palavras do Apóstolo Paulo em Romanos 12: Não se conformem com este século! Renovem a mente em Cristo Jesus! Ai de nós se não pregarmos a Palavra!! Não é glória de ninguém, mas é nossa obrigação (I Cor. 9:16). – Até nos púlpitos podemos cometer pecados!!
Por isso deve-se pregar a Palavra sem ira, sem mácula, mas pelo poder e sabedoria do Espírito Santo. Isso serve nas redes sociais também! Aliás, as redes não substituem a busca, a oração e o discernimento do Espírito Santo.
Como a modernidade (há anos percebo no reino) muita gente, hoje, correndo para as redes antes de pregar, checa a vida dos outros na tela e corre para os púlpitos para ‘descascar as batatas’ numa “unção carnal” (Deus tá longe quando isso acontece). Nós, ministros do evangelho não devemos desistir de buscar a ação do Espírito Santo para edificar a igreja de Cristo só porque a moda dita as regras. Não somos do mundo. A tecnologia chegou e avançou, mas isso jamais substituirá oconhecimento e a revelação do Espírito.
O nosso Apóstolo Paulo continuou também em Romanos 12:
3 Porque pela graça que me é dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, conforme a medida da fé que Deus repartiu a cada um. 4  Porque assim como em um corpo temos muitos membros, e nem todos os membros têm a mesma operação, 5  Assim nós, que somos muitos, somos um só corpo em Cristo, mas individualmente somos membros uns dos outros.
6  De modo que, tendo diferentes dons, segundo a graça que nos é dada, se é profecia, seja ela segundo a medida da fé; 7  Se é ministério, seja em ministrar; se é ensinar, haja dedicação ao ensino; 8  Ou o que exorta, use esse dom em exortar; o que reparte, faça-o com liberalidade; o que preside, com cuidado; o que exercita misericórdia, com alegria.
9  O amor seja não fingido. Aborrecei o mal e apegai-vos ao bem. 10  Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros. 11  Não sejais vagarosos no cuidado; sede fervorosos no espírito, servindo ao Senhor;
12  Alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração; 13  Comunicai com os santos nas suas necessidades, segui a hospitalidade; 14  Abençoai aos que vos perseguem, abençoai, e não amaldiçoeis. 15  Alegrai-vos com os que se alegram; e chorai com os que choram;
16  Sede unânimes entre vós; não ambicioneis coisas altas, mas acomodai-vos às humildes; não sejais sábios em vós mesmos; 17  A ninguém torneis mal por mal; procurai as coisas honestas, perante todos os homens. 18  Se for possível, quanto estiver em vós, tende paz com todos os homens.
19  Não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira, porque está escrito: Minha é a vingança; eu recompensarei, diz o Senhor. 20  Portanto, se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber; porque, fazendo isto, amontoarás brasas de fogo sobre a sua cabeça.
21  Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem.

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