terça-feira, 4 de agosto de 2015

Existência de Adão e Eva é comprovada por pesquisas genéticas


Geneticista molecular lançou um documentário intitulado "A Genética de Adão e Eva", explicando suas descobertas sobre o DNA do primeiro casal criado por Deus

Não foram muitas as vezes que a Bíblia e a ciência se complementaram. No entanto, isso foi feito recentemente por uma especialista em genética, que confirmou a existência de Adão e Eva através de uma pesquisa extensa de DNA.

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Geórgia Purdom, uma geneticista molecular da organização Answers in Genesis (Respostas em Gênesis), lançou um documentário intitulado "A Genética de Adão e Eva", explicando suas descobertas sobre o DNA do primeiro casal criado por Deus, com um apoio científico sólido.

"Um dos maiores debates atuais no cristianismo é saber se Adão e Eva eram pessoas reais. Infelizmente, muitos teólogos e cientistas dizem que a genética desmentiu a existência de um casal especialmente criado por Deus. Como conseqüência, muitos começaram a redefinir o pecado e a salvação", diz Purdom no documentário.

"Mas a Bíblia diz claramente que Adão e Eva eram pessoas reais. Sua existência histórica e a queda no pecado são fundamentais para o Evangelho de Jesus Cristo. Além disso, a ciência da genética — incluindo a comparação entre humanos e macacos, o DNA mitocondrial e o cromossomo Y, e a variação da genética humana — confirma o fato de que todos os seres humanos descendem de um casal original especificamente criado por Deus, como descrito em Gênesis", acrescentou.

Em uma entrevista com o jornal Christian News, a geneticista salientou que a existência histórica de Adão e Eva é muito importante na compreensão do Evangelho. "Uma das evidências genéticas mais atraentes para a existência de um casal humano criado originalmente por Deus é a pesquisa do DNA mitocondrial, feita pelo geneticista Nathaniel Jeanson. Ele mostra claramente que o ancestral humano comum de todos nós viveu dentro do prazo bíblico milhares de anos atrás."

Os resultados de Jeason contradizem a ideia evolucionista de que as pessoas evoluíram dos macacos. "Este ancestral não poderia ter vivido 100 mil anos atrás, como os evolucionistas afirmam", disse Purdom. "Além disso, a genética mostra claramente que humanos e chimpanzés não compartilham um ancestral em comum. Há muitas, muitas diferenças em seu DNA que eliminam completamente a possibilidade de ancestralidade compartilhada."

Purdom ainda destacou a necessidade de os cristãos conhecerem este novo desenvolvimento científico, de modo que sejam capazes de ter argumentos mais substanciais sobre a Bíblia. "Os cristãos devem estar cientes da prova científica para a criação, porque Gênesis é o livro mais debatido entre os evangélicos. Precisamos mostrar às pessoas que a ciência apóia e confirma a história apresentada em Gênesis", disse ela.

Fonte: Guia-me

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