sábado, 6 de setembro de 2014

Pr. Calvino Rocha - INDEPENDÊNCIA


Calvino RochaHá 192 anos, D. Pedro I bradou, no riacho do Ipiranga: “Independência ou morte” e o Brasil rompeu os grilhões portugueses. Com o grito de D. Pedro, o Brasil rompeu com o domínio português, mas, infelizmente, o Brasil nunca se tornou um país totalmente livre.

- A Idolatria domina esta nação, por isso mesmo, as pessoas não conseguem entender que Jesus deve ser o único mediador entre Deus e os homens, conforme Paulo ensinou ao seu filho na fé, Timóteo – (ITm. 2.5);

- A corrupção se tornou comum entre nós. Dizem que esta é uma herança portuguesa, porque, Portugal enviou para cá os mais diversos criminosos. Infelizmente, a corrupção não atinge apenas a vida dos políticos, o que dificulta fazer escolhas em ano eleitoral, mas ela domina o coração do povo que não vende somente o voto, mas vive dando jeitinhos para burlar a lei;

- A mentira domina os corações;

- A violência campeia esta nação, tanto que o cidadão de bem se tornou prisioneiro em sua própria casa, tendo que cercá-la com altos muros, grades, alarme e cerca elétrica.

Mesmo que tentemos explicar porque estas coisas acontecem no país, cantado por Jorge Ben como “País tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza”, dizendo que o governo é o grande vilão, afinal de contas nos faltam justiça social, educação e saúde, ainda assim, não podemos fechar os olhos para uma realidade profunda, o Brasil continua escravo do pecado.
Infelizmente, o pecado domina o coração desta nação e nós tentamos camuflá-lo dando outros nomes a ele. Adultério virou caso. Roubo se transformou em oportunidade. Corrupção em esperteza, mentira em brincadeira, trapaça virou jeitinho e por aí vai.

Neste dia, quando comemoramos a independência do Brasil, a igreja deveria dobrar joelhos e clamar por esta nação, para que ela se converta e seja transformada pela graça de Deus. Neste 7 de setembro, as palavras do Senhor, no Segundo livro das Crônicas, precisam ser, não apenas um mote, mas precisam se transformar numa atitude por parte da Igreja: “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (2Cr. 7.14). 

Eu sei que é fácil, com o dedo em riste, acusar os outros pelo que acontece no Brasil, no entanto, precisamos assumir a nossa responsabilidade, não apenas como uma igreja que ora pela nação, mas como uma igreja que se humilha, ora, busca o Senhor e se converte dos seus maus caminhos. Precisamos, neste dia, acertar a nossa vida com o Senhor, para o bem desta nação. Nós também precisamos romper com o pecado para a glória de Deus.

Pr. Calvino Rocha

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